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Ministro reforça importância do Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional

Políticas públicas

Osmar Terra participou da 28ª reunião da Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional
publicado  em 15/02/2017 19h25
Patrick Grosner/MDSA

Brasília – O ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra, ressaltou nesta quarta-feira (15) a importância do segundo Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Plansan) para as famílias que ainda vivem em insegurança alimentar no país. “Temos que fazer avançar a política de segurança alimentar. E este plano é o primeiro passo para isso”, destacou ele durante a 29ª reunião ordinária da Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional (Caisan). 

No encontro, foram discutidas as principais estratégias e metas do Plansan. Publicado na última segunda-feira (13) pelo governo federal, o plano tem 121 metas e 99 ações estruturadas até 2019. O documento traz ações para promover a oferta a alimentos saudáveis para toda a população e o direito humano à alimentação adequada. 

Serão investidos R$ 98,6 bilhões, R$ 10 bilhões a mais que o primeiro Plansan. “Isso demonstra o interesse concreto do governo em apoiar ações de proteção social para que a gente possa atender as famílias que estão em insegurança alimentar”, avaliou o secretário nacional de Segurança Alimentar e Nutricional do MDSA, Caio Rocha. 

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Primeira infância – Em sua apresentação, Osmar Terra destacou a importância do Programa Criança Feliz para a identificação das pessoas em insegurança alimentar e nutricional. “Vamos fazer quatro milhões de visitas domiciliares por semana quando o programa estiver completo. Só esse volume vai ter um impacto enorme, porque vamos ver a situação das famílias, detectar precocemente as necessidades e acionar as políticas públicas”. 

O Criança Feliz irá atender quatro milhões de crianças em todo país até 2018. Serão priorizadas gestantes e crianças de até 3 anos de idade beneficiárias do Bolsa Família e as de até 6 anos que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC). As famílias serão acompanhadas por profissionais capacitados, que farão visitas domiciliares de orientação sobre a melhor forma de promover o desenvolvimento infantil. 

 

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