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As famílias não se acomodam e têm oportunidades de conquistar uma renda melhor

publicado  em 01/07/2015 16h51

A lógica do Bolsa Família não é a da expulsão, mas, sim, a de contribuir para que as famílias possam se emancipar e melhorar de vida. Para isso, é um eixo essencial do programa a articulação com ações complementares às condicionalidades na saúde, na educação ou na assistência social e também com outros programas sociais, que oferecem, por exemplo, assistência técnica na produção rural, cursos de capacitação e formação profissional, oportunidades de formalização e empreendedorismo, entre outros.

Boa parte dessa articulação está no âmbito do Plano Brasil Sem Miséria (BSM), lançado em 2011. Alguns resultados: em quatro anos, 1,5 milhão de matrículas foi feita no Pronatec-BSM, beneficiando pessoas inscritas no Cadastro Único. Dessas, a maioria era do Bolsa Família. Dos 4,42 milhões de cidadãos que abriram ou formalizaram pequenos negócios nesse período, aderindo ao Programa Microempreendedor Individual (MEI), 406 mil (9,2%) eram do Bolsa Família.

Outros resultados do BSM relacionados ao Bolsa Família podem ser vistos no livro o Brasil sem Miséria <hiperlink> e na página http://www.brasilsemmiseria.gov.br/.

Além disso, desde que o Programa Bolsa Família foi criado até o início de 2015, cerca de 3,15 milhões de famílias saíram voluntariamente do programa de transferência de renda em todo o país, numa indicação de que não se acomodaram e buscaram melhorar de vida. Quando essa conquista chegou, elas dispensaram o benefício.