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Edital prevê a redução do desperdício de alimentos no Sul do país

publicado  em 03/10/2018 19h38

 


 


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Está aberto até o dia 26 de outubro o edital do Ministério do Desenvolvimento Social para apoiar a redução de perdas e desperdício de alimentos no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. A iniciativa soma-se ao acordo de cooperação técnica assinado entre o MDS e o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul, o BRDE. Por meio de convênio, o governo federal vai repassar cerca de três milhões de reais para ações conjuntas nos três estados. 

A secretária Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, Lilian Rahal, explica que o objetivo é incentivar os Estados a apoiarem municípios, cooperativas e agricultores que queiram implementar projetos para redução de perdas e desperdícios de alimentos.

SONORA SECRETÁRIA LILIAN RAHAL

LOC: O convênios que serão firmados preveem também a capacitação de técnicos de Assistência Técnica e Extensão Rural para atuar em pontos críticos da cadeia de produção de alimentos, além da elaboração de materiais informativos sobre boas práticas de produção, manuseio, transporte, conservação e consumo. Também vão ser incentivadas parcerias entre varejistas, atacadistas, distribuidores e organizações sociais para a doação de alimentos.

A secretária destaca ainda que é importante o apoio dos estados para que os interessados possam, a partir do ano que vem, acessar os recursos disponibilizados pelo BRDE. Segundo Lilian Rahal, o banco vai facilitar o crédito para o desenvolvimento de tecnologias e melhorias de infraestrutura e logística na produção, no armazenamento, processamento, transporte, e na distribuição e comercialização de produtos.

SONORA: SECRETÁRIA LILIAN RAHAL

LOC: Dados da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura apontam que, a cada ano, perdem-se aproximadamente 1,3 bilhão de toneladas de alimentos no mundo – o que corresponde a mais de 30% de toda a produção mundial de alimentos para consumo humano e 15% de todas as calorias produzidas. Entre as principais causas estão a precariedade na produção e infraestrutura de transporte e logística, problemas de armazenamento, falta de campanhas educativas e de boas práticas.

Para mais informações, acesse www.mds.gov.br.

Reportagem, Diego Queijo