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Justiça do Distrito Federal discute a Primeira Infância e ações para o desenvolvimento infantil

publicado  em 27/02/2019 17h37

 


 


LOC:  Garantir que o Marco Legal da Primeira Infância seja implementado no Distrito Federal e dar melhores condições de vida às crianças da região.  Com esse objetivo, autoridades e mais de 250 pessoas participaram do Seminário Justiça e Primeira Infância: o futuro começa hoje, realizado nesta quarta-feira, em Brasília.

Em uma palestra durante o evento, o ministro da Cidadania, Osmar Terra, apresentou um conjunto de evidências que apontam o investimento na primeira infância como o mais transformador durante toda a vida dos cidadãos. Para ele, os três primeiros anos de um ser humano são uma janela de oportunidades. Osmar Terra ressaltou também o papel do Poder Judiciário na discussão e execução dos direitos das crianças.

SONORA MINISTRO OSMAR TERRA

LOC: Mais de 509 mil pessoas já foram atendidas pelo Criança Feliz, programa do Ministério da Cidadania que orienta os pais e responsáveis sobre a melhor forma de incentivar o desenvolvimento infantil. Segundo Osmar Terra, o apoio da Justiça é fundamental para chegar a  1 milhão de crianças e gestantes até o fim do ano.

O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro João Otávio de Noronha, ressaltou que a política de segurança pública começa na primeira infância, por isso, ações como o Criança Feliz são necessárias para mudar a trajetória do Brasil. 

SONORA MINISTRO JOÃO OTÁVIO DE NORONHA

LOC: Diante da palestra do ministro Osmar Terra, o secretário de Justiça do Distrito Federal, Gustavo Rocha, disse que o atual governo terá o atendimento à primeira infância, em parceria com o Criança Feliz, como prioridade.

SONORA SECRETÁRIO GUSTAVO ROCHA

LOC: O Criança Feliz integra as áreas da Saúde, Assistência Social, Educação, Justiça, Cultura e Direitos Humanos e atende crianças e gestantes semanalmente, em todo o país. Nas visitas, técnicos capacitados orientam sobre o desenvolvimento das crianças de até 3 anos beneficiárias do Bolsa Família e de até 6 anos que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC). As gestantes também recebem atendimento.


Reportagem, André Luiz Gomes.