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Governo Federal avalia os impactos das ações do Criança Feliz

publicado  em 26/02/2019 17h50

 


 


LOC: Moradora de Morrinhos, no estado de GoiásVitória Regina dos Santos é mãe da pequena Emilly Sofia, de seis meses, e do Luís Felipe Silva, de dois anos. Há pouco menos de um ano, ela passou a receber em casa, todas as semanas, as visitadoras do Programa Criança Feliz. Beneficiária do Bolsa Família, Vitória Regina recebe 253 reais por mês. Mas o que fez diferença na vida dela foi receber orientações sobre os melhores cuidados para impulsionar o desenvolvimento dos filhos. 

SONORA VITÓRIA REGINA DOS SANTOS

LOC: Em todo o país, 509.728 pessoas – entre crianças e gestantes – já foram atendidas pelo Programa Criança Feliz. Histórias como a da família de Vitória. Para documentar e avaliar o alcance da ação, o Ministério da Cidadania está realizando um levantamento sobre os impactos na vida de mais de três mil crianças em 30 municípios diferentes. Os dados vão ser captados durante quatro anos. A metodologia da pesquisa foi elaborada pelo médico e cientista gaúcho Cesar Victora, reconhecido pesquisador em todo o mundo. Para ele, é provável que ao fim de 2019 já seja possível verificar os primeiros resultados do programa.

SONORA CESAR VICTORA

LOC: O secretário de Avaliação e Gestão da Informação do Ministério da Cidadania, Vinícius Botelho, é o responsável pela captação e análise dos dados, juntamente com cinco universidades parceiras. Neste um ano e meio de implementação do programa, ele destaca que já é possível notar os benefícios na vida das famílias e na gestão pública, com a troca de experiências e a criação de uma rede voltada para a primeira infância nos municípios e estados. Ele aponta de que maneira as pesquisas sobre a primeira infância podem repercutir no futuro.

SONORA SECRETÁRIO VINÍCIUS BOTELHO

LOC: O Ministério da Cidadania coordena as ações do Criança Feliz por meio da Secretaria Especial do Desenvolvimento Social. O programa integra as áreas da Saúde, Assistência Social, Educação, Justiça, Cultura e Direitos Humanos. Nas visitas semanais, técnicos capacitados orientam pais e responsáveis sobre o desenvolvimento das crianças de até 3 anos beneficiárias do Bolsa Família e de até 6 anos que recebem o BPC. As gestantes também recebem atendimento.

Reportagem, André Luiz Gomes.