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Governo federal reforça a importância da adoção de políticas públicas no Dia Internacional de Combate à Homofobia

publicado  em 18/05/2018 10h17
Agência MDS - Release Radio - 13/03/2018 - Bolsa Família registra melhor resultado no acompanhamento da condicionalidade de saúde

 

LOC: Garantir um atendimento digno, de qualidade e combater o preconceito contra a população de gays, lésbicas, transexuais e travestis no Sistema Único de Assistência Social, o Suas. Esse é um dos desafios do Ministério do Desenvolvimento Social, especialmente nesta quinta-feira, 17 de maio, Dia Internacional de Luta Contra à LGBTFOBIA. Por isso, o MDS tem orientado os trabalhadores da área por meio da campanha Suas Sem Transfobia. As ações buscam conscientizar gestores e a sociedade civil e guiar os profissionais para um atendimento que respeite as diferenças. Um avanço importante é o reconhecimento da utilização do nome social das pessoas trans nas políticas públicas. Segundo o analista de Políticas Sociais do Ministério do Desenvolvimento Social, Francisco Xavier, o Sistema Único de Assistência Social tem progredido no atendimento a essa população./

SONORA FRANCISCO XAVIER – ANALISTA DE POLÍTICAS SOCAIS SNAS

LOC: A discriminação no atendimento e o preconceito pode acabar dificultando o acesso dessa população aos serviços. Para superar o problema, os profissionais dos Centros de Referência Especializado de Assistência Social, os CREAS, estão se capacitando para o atendimento adequado com o nome social das pessoas. Como já ocorre na unidade de Brasília. Ludmila Santiago, que é integrante da RedeTRans, conta sua experiência de atendimento./

SONORA LUDMILA SANTIAGO - INTEGRANTE DA REDTRANS

LOC: O Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal também já está recebendo a inscrições das pessoas em vulnerabilidade social, respeitando o nome social adotado. A presidente da Rede Trans, Tathiane de Araújo, conta como vê as políticas adotadas pelo Mistério do Desenvolvimento Social destinadas a combater às discriminações./

SONORA TATHIANE DE ARAÚJO - PRESIDENTE DA REDTRANS

LOC: A melhoria dos serviços da Assistência Social também é pauta no Conselho Nacional de Assistência Social e no Conselho Nacional de Combate à Discriminação e Promoção dos Direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais. A professora universitária Mirla Cisne explica a importância dessa qualificação no atendimento./

SONORA MIRLA CISNE - CONSELHO NACIONAL DE COMBATE À DISCRIMINAÇÃO

LOC: De acordo com dados do Censo da Assistência Social, 74% dos Creas confirmaram ter atendido situação de violência e violação de direitos devido à orientação sexual.//

Reportagem, Roberto Rodrigues