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Olhar Social: Assistência acompanha beneficiários do Bolsa Família na construção de saídas da pobreza

publicado  em 28/06/2018 14h02
Olhar Social: Assistência acompanha beneficiários do Bolsa Família na construção de saídas da pobreza

 

LOC: Aos 16 anos, a paraense Elcione Amaral parou de ir à escola. Como frequentar as aulas é um dos requisitos para crianças e adolescentes das famílias beneficiárias do Bolsa Família, o dinheiro de seus pais foi bloqueado./ As faltas geraram o chamado descumprimento de condicionalidade na área de Educação./ Quando isso acontece, as equipes de acompanhamento da rede socioassistencial precisam ter a atenção redobrada, como ocorreu no município de Muaná, no Pará. A menina parou de ir às aulas porque teve um filho. Por medo da reação da família, ela ocultou a gestação e não fez o pré-natal nem outro tipo de acompanhamento. Morando a mais de 8 horas de distância do centro da cidade, a criança, que nasceu com hidrocefalia, não passou por nenhuma avaliação médica. Elcione conta que foi apenas quando a equipe da Assistência Social chegou até eles é que o destino da família começou a mudar: o cartão do Bolsa Família foi desbloqueado e a criança encaminhada para uma cirurgia que melhorou sua qualidade de vida./

Sonora: Elcione Amaral

LOC: Devido à pobreza extrema e às dificuldades de distância da casa da família ribeirinha, a equipe precisou atuar em rede, como conta a secretária de Assistência Social do município, Andreza Guimarães.

Sonora: Andreza Guimarães

LOC: O apoio oferecido pelas equipes é fundamental nos momentos de vulnerabilidade da população. Por meio das condicionalidades do programa, o governo federal consegue identificar famílias com dificuldades para acessar os serviços de educação e saúde. Nesses casos, elas passam a receber atenção prioritária da Assistência Social na solução dos problemas. O resultado é um futuro melhor para crianças e jovens do Bolsa Família, como explica o secretário nacional de Renda de Cidadania, Tiago Falcão.

Sonora: Tiago Falcão

LOC: Na Educação, crianças e adolescentes com idades entre 6 e 15 anos devem ter, no mínimo, 85% de presença nas aulas. Para jovens de 16 a 17 anos, a frequência mínima exigida é de 75%. Já na Saúde, é necessário que as gestantes façam o pré-natal e que o calendário de vacinação das crianças menores de 7 anos esteja em dia. Elas também devem ir ao posto de saúde para que sejam pesadas, medidas e tenham o crescimento monitorado. Para saber mais sobre essas e outras ações do Ministério do Desenvolvimento Social, acesse mds.gov.br.

Reportagem, Diego Queijo