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Melhorar abrigos de criança e adolescentes é prioridade para o governo

publicado  em 24/04/2018 19h13
Agência MDS - Release Radio - 13/03/2018 - Bolsa Família registra melhor resultado no acompanhamento da condicionalidade de saúde

 

LOC: O Brasil tem cerca de 33 mil crianças e adolescentes vivendo em quase 3 mil unidades de acolhimento./ Micaelly Cristina Silva de Jesus, de 16 anos, é uma delas. Ela tinha 14 anos quando chegou a um abrigo de Brasília depois de problemas familiares. Além de Micaelly, seus quatro irmãos também foram parar em abrigos da capital federal. Mesmo com o bom ambiente que encontrou na casa, a menina conta que não é fácil viver nessas unidades por causa do preconceito. Ela sonha em ter uma família./

SONORA MICAELLY DE JESUS

LOC: Para melhorar a vida dessas milhares de crianças e adolescentes o governo federal está reestruturando os serviços de acolhimento da assistência social. Nesta semana, representantes estaduais e municipais da política nacional de assistência social, governo federal e especialistas na área da infância e juventude estão reunidos para debater a qualificação deste atendimento. O objetivo é substituir os abrigos que funcionam como instituições por alternativas que ofereçam a convivência familiar e comunitária às crianças e adolescentes./ Como explica a Secretária Nacional de Assistência Social, do Ministério do Desenvolvimento Social, Carminha Brant./

SONORA SECRETÁRIA CARMINHA BRANT

LOC: A diretora de proteção social especial de Foz do Iguaçú, Deise Mara Bortoli, explica que o município está em fase de implantação da nova política e que a troca de experiências no encontro vai ajudar nesse processo./

SONORA DEISE MARA BORTOLI

LOC:O prazo para estados e municípios terminarem o reordenamento dos serviços de acolhimento vai até o dia 31 de dezembro de 2018./

Reportagem, Pamela Santos