Você está aqui: Página Inicial > Área de imprensa > Rádio > 2018 > Dezembro > Agricultores familiares de Mato Grosso do Sul vão vender para a Aeronáutica

Agricultores familiares de Mato Grosso do Sul vão vender para a Aeronáutica

publicado  em 18/12/2018 14h41

 

LOC: Agricultores familiares do Estado de Mato Grosso do Sul têm boas chances de ampliar a renda e garantir preço justo para os seus produtos. O Comando da Aeronáutica – Grupamento de Apoio de Campo Grande  vai investir cento e treze mil reais na compra de itens como: polpa de frutas, queijos, bebida láctea, pães e biscoitos. A aquisição se dá por meio de chamada pública via modalidade Compra Institucional do Programa de Aquisição de Alimentos, o PAA, coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento Social. A tenente Carolina Romano, chefe da Seção de Subsistência, afirma que promover a inclusão social e econômica, incentivando a compra de produtos da agricultura familiar da região, é o mais importante.

SONORA: Tenente Carolina Romano

LOC: Um dos produtores rurais que está se preparando para a chamada pública é Nilfo Wandscheer, também presidente da União das Cooperativas da Agricultura Familiar e Economia Solidária,  a UNICAFES. Ele planta hortaliças, frutas, legumes e grãos. Para o agricultor , as compras institucionais dão segurança para quem vive do trabalho no campo.

SONORA: Nilfo Wanddscheer - agricultor familiar

LOC: Os prazos para envio das propostas terminam no dia 20 de dezembro. Para acompanhar os editais é só acessar o Portal de compras da Agricultura familiar, em www.comprasagriculturafamiliar.gov.br. A Coordenadora Geral de Aquisição e Distribuição de Alimentos do Ministério do Desenvolvimento Social, Hetel Santos, explica como os interessados podem participar.


SONORA: Hétel Santos - Coordenadora Geral de Aquisição e Distribuição de Alimentos do MDS

LOC: A legislação determina que pelo menos 30 por cento dos alimentos adquiridos para abastecer órgãos federais venham da agricultura familiar. Cada produtor pode vender até o limite de 20 mil reais, por ano, por órgão comprador. Já para as cooperativas ou associações, o limite é de seis milhões de reais por ano, por órgão comprador.

 

Reportagem, Roberto Rodrigues