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Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário vai integrar ações do Plano Nacional de Segurança

publicado  em 17/01/2017 00h00

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O Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário vai integrar as ações de enfrentamento à violência do Plano Nacional de Segurança anunciadas nesta terça-feira pelo Ministério da Justiça e Cidadania./ A proposta prevê a atuação conjunta do governo federal, estados e municípios para a redução da criminalidade./ Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, Aracaju, em Sergipe, e Natal, no Rio Grande do Norte, serão as primeiras cidades a receberem as ações./ Nestes locais foram identificados e mapeados os bairros e áreas com maior incidência de crimes violentos./ O ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra, participou da reunião promovida pelo ministro da Justiça e Cidadania, Alexandre de Moraes, com secretários estaduais da área de segurança pública./ Terra propôs que os Centros de Referência de Assistência Social, os CRAS, sejam utilizados em ações de identificação de situações de vulnerabilidade para violência, principalmente contra a mulher e crianças./ Abrigos também deverão ser fortalecidos para receber as vítimas de violência familiar que estiverem em situação de risco./ O ministro se comprometeu ainda a priorizar as áreas mais vulneráveis destas três cidades na implantação de ações de geração de emprego e renda focadas principalmente nos jovens./ A atuação dos visitadores do Programa Criança Feliz também irá fortalecer o combate à violência./ Para Osmar Terra, a repressão ao crime precisa ser complementada pela presença do estado na prevenção ao uso de drogas, oferta de assistência social e oportunidades que permitam a estas comunidades se distanciarem da criminalidade./ 

SONORA OSMAR TERRA 

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O plano nacional de segurança prevê a atuação conjunta das forças de segurança dos estados com a Força Nacional de Segurança, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e órgãos de inteligência da União./ Também estão previstas ações de conscientização e acompanhamento para a redução da violência contra a mulher, medidas de orientação e proteção de jovens e adolescentes, além da transferência de recursos para o reaparelhamento no sistema prisional./ 

Reportagem, Rodrigo Saccone

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