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Governo Federal lança Chamada Pública para aquisição de sementes no Piauí

publicado  em 06/10/2016 11h46

REP: É no povoado da Fazenda Soares, no Estado do Piauí, distante três mil e 700 quilômetros da capital Teresina, que o pequeno agricultor Reginaldo dos Santos Silva, de 60 anos, produz milho, feijão, batata e cebola. É com estes alimentos que ele, a mulher e três filhos se sustentam./ O que não vai pra mesa da família é vendido para o Programa de Aquisição de Alimentos, o PAA./ Agora eles vão ter mais uma oportunidade de negócio./ O governo federal está comprando sementes de milho e feijão produzidas pelos agricultores familiares da região para distribuir às famílias inscritas no Cadastro Único, assentados da reforma agrária e povos tradicionais./ O seu Reginaldo já está preparando a proposta e aguarda ansioso o resultado./

SONORA
Reginaldo: isto é importante porque ....

DF... vai facilitar muito a vida dos agricultores rurais.

REP: A Superintendência Regional da CONAB, no Piauí,  lançou chamada pública para a compra de 61 mil quilos de milho crioulo e 90 mil quilos de feijão caupi./ O Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário vai disponibilizar cerca de hum milhão e 200 mil reais para a compra destes produtos./ Podem participar cooperativas e pequenos agricultores portadores da Declaração de Aptidão ao Pronaf./ O prazo para o envio das propostas e dos documentos de habilitação vai até o dia dez de outubro./ O diretor de Aquisição e Distribuição de Alimentos do Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário, José Paulo Almeida, explica que a chamada pública foi aberta para ajudar os pequenos produtores e assentados da reforma agrária a se preparem para a época de plantio destas culturas, que está se aproximando./

SONORA
José Paulo Almeida: a semente está começando a época de plantio ...

DF... aos pequenos produtores.

REP: Cada agricultor familiar poderá vender até o limite de 20 mil reais,  por ano, para cada órgão comprador. Já para as cooperativas ou associações , o limite é de seis milhões de reais por ano, por órgão comprador.

De Brasília: Roberto Rodrigues