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Em seis meses de gestão, governo prioriza quem mais precisa dos programas sociais

publicado  em 14/11/2016 00h00

REP: Em seis meses de gestão, o governo federal já mostrou que a área social é prioridade. O primeiro passo foi elevar o valor pago pelo Bolsa Família, que teve o maior reajuste da história do programa. 

Fazia dois anos que o Bolsa Família não tinha nenhum aumento. Na nova gestão, o valor do benefício médio, que era de 162 reais, subiu 12,5%, passando para 182 reais. A dona Cláudia Ávalo, de 31 anos, moradora de Dourados, em Mato Grosso do Sul, conta que o aumento veio em boa hora. As três filhas ficaram doentes e o novo valor ajudou na hora de comprar os remédios para as crianças. 

TEC SONORA BENEFICIÁRIA
“Para mim foi bom, porque eu tenho uma neném de 5 meses, ajuda a comprar fralda para ela, quando eles ficam doentes, já ajuda a comprar o remédio. Elas volta e meia ficam gripadas, aí a gente sempre tem que ficar guardando porque mês passado mesmo as três ficaram doentes, ficaram com gripe forte, sabe? 

REP: Pensando em destinar o Bolsa Família para quem de fato precisa, o governo federal realizou um pente-fino no programa e encontrou irregularidades em 1 milhão e 100 mil benefícios em todo o Brasil. Essas pessoas ganhavam mais do que informaram ao Cadastro Único e a renda estava acima do exigido para receber o benefício. O governo federal promoveu ainda uma revisão no auxílio-doença, pago pelo Instituto Nacional de Seguro Social, o INSS. Em 77% dos casos analisados, as pessoas estavam aptas a retornar ao trabalho. O ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra, explica o objetivo das ações. 

SONORA MINISTRO
Esse é um governo que está procurando ter um controle dos gastos públicos. É isso que nós estamos fazendo, tanto no Bolsa Família, quanto no auxílio-doença. É ter um controle no que é gasto e que esse recurso seja revertido na área social. Nós estamos preservando, valorizando o recurso do Bolsa Família para quem realmente mais precisa. 

REP: Além de reorganizar a aplicação dos recursos, o governo federal está investindo no futuro das crianças brasileiras. Por meio do Programa Criança Feliz, as crianças do Bolsa Família, do Benefício de Prestação Continuada e em Vulnerabilidade Social serão acompanhadas nos primeiros três anos de vida com o objetivo de formar pessoas mais preparadas e que possam, no futuro, vencer a pobreza. 

Periodicamente, as famílias receberão em casa visitadores que irão orientar sobre a melhor forma de estimular o desenvolvimento infantil./ De acordo com o médico neurocientista e diretor do Instituto do Cérebro do Rio Grande de Sul, Jaderson Costa da Costa, os cuidados neste período são fundamentais para o futuro das crianças. 

TEC SONORA JADERSON COSTA DA COSTA
Este é o melhor momento. É o momento que o cérebro responde prontamente. É um cérebro que está pronto para ser estimulado, para se desenvolver. É um cérebro que nós chamamos plástico, no sentido que ele se desenvolve, ele se molda, ele aprende com facilidade e de uma forma permanente. Este é o momento que nós devemos fazer o grande investimento. Este é momento do maior potencial e do maior ganho para essas crianças e para o país. 

REP: Até 2018, o Programa Criança Feliz tem o objetivo de atender cerca de 4 milhões de crianças. 

De Brasília, André Luiz Gomes