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Batalhão Artilharia Autopropulsado do RS abre chamada pública para aquisição de alimentos

publicado  em 05/12/2016 00h00

REP

É na zona rural do município de Lages, em Santa Catarina, que Alisson Correa de Jesus produz hortaliças, frutas e verduras./ A notícia de que o Exército está comprando alimentos dos pequenos agricultores  trouxe esperança de dias melhores. O Décimo Sexto Grupo de Artilharia Autopropulsado na cidade de São Leopoldo, no Rio Grande do Sul, está com chamada pública aberta para a aquisição de itens produzidos pela agricultura familiar./ Alisson já enviou proposta e está ansioso pelo resultado./ Ele destaca que a Compra Institucional garante renda maior para a família e o preço é justo./ 

SONORA

Alisson: Hoje em dia com a crise no Brasil esta complicado para vender  um produto..
DF... é só produzir 

REP

A unidade do Exército vai investir mais de 49 mil reais na compra de nove mil quilos de alimentos. Serão adquiridos hortifrútis, temperos e polpas de frutas para abastecer o batalhão./ O processo faz parte do Programa de Aquisição de Alimentos, na modalidade Compra Institucional./ O programa é coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário e tem o objetivo de estimular e fortalecer a agricultura familiar. Podem participar cooperativas e pequenos agricultores portadores da Declaração de Aptidão ao Pronaf. O prazo para o envio das propostas e dos documentos de habilitação vai até o dia 7 de dezembro. Esta é a sétima chamada pública do Exército que abre oportunidade de negócios para os agricultores dos estados do Rio Grande do Sul e  Santa Catarina. A coordenadora geral de Aquisição e Distribuição de Alimentos do Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário, Hetel Santos, dá outras informações. 

SONORA
Hétel : Esta agenda vem para fortalecer  a agricultura familiar ....

DF.... da agricultura familiar  que está disponível. 

REP

Cada agricultor familiar poderá vender até o limite de 20 mil reais, por ano, para cada órgão comprador. Já para as cooperativas ou associações, o limite é de seis milhões de reais por ano, por órgão comprador. 

De Brasília, Roberto Rodrigues

 

 

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