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Prevenção ao suicídio e tratamento a dependentes químicos foram debatidos durante Setembro Amarelo no RN

SAÚDE

Quirino Cordeiro participou do lançamento da campanha e alertou para o consumo de drogas, responsável por grande parte dos suicídios no País
publicado  em 11/09/2019 17h17
Foto: Divulgação

Brasília/DF – O secretário nacional de Cuidados e Prevenção às Drogas do Ministério da Cidadania, Quirino Cordeiro, participou de uma série de eventos em Natal (RN), para discutir as políticas públicas voltadas ao tratamento de dependentes químicos e a prevenção ao suicídio. Os temas foram apresentados nessa terça-feira (10), Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio. Na ocasião, Cordeiro participou do lançamento da campanha Setembro Amarelo, na sede do Conselho Regional de Medicina (CRM) do estado, e visitou o Hospital Psiquiátrico Professor Severino Lopes.

De acordo com dados do Ministério da Saúde, por ano, cerca de 11 mil pessoas cometem suicídio no País. Entre os fatores que levam as pessoas a esta situação, está a dependência química, sendo a segundo maior causa – perdendo apenas para os transtornos de humor. Por isso, segundo o secretário Quirino Cordeiro, é fundamental juntar esforços de diversas áreas para evitar que mais vidas se percam.

“Estamos conscientizando a sociedade e os profissionais em relação ao tema. Além disso, queremos melhorar o tratamento das pessoas que apresentam dependência química e facilitar o acesso gratuito dessas pessoas. Dessa forma, os hospitais psiquiátricos passaram a ter uma grande importância por fazerem parte da rede de assistência àquelas pessoas que desejam deixar às drogas”, explicou.

Durante a tarde, o secretário também esteve na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte em uma audiência pública para tratar o tema. Aos deputados estaduais e aos representantes da sociedade civil, ele apresentou as alterações que a Nova Política Nacional Sobre Drogas, lançada em abril deste ano, e a Lei Sobre Drogas, sancionada em junho pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, trouxeram para a sociedade brasileira. Quirino Cordeiro apontou que entre as modificações, as normativas reconhecem o trabalho das comunidades terapêuticas. Além disso, torna mais rígidas as ações contra o tráfico de drogas e prevê a internação involuntária de usuários para desintoxicação.

Nos últimos meses, a Secretaria Nacional de Cuidados e Prevenção às Drogas já se reuniu com representantes de governos, de entidades e de comunidades terapêuticas em 15 estados e no Distrito Federal para alinhar ações de acolhimento, tratamento e prevenção ao uso de drogas. Foram eles: Alagoas, Amazonas, Ceará, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, Roraima e São Paulo.

Saiba Mais
A Nova Lei de Drogas foi sancionada em junho pelo presidente da República, Jair Bolsonaro. Entre as modificações, ela estabelece ações mais rígidas contra o tráfico de drogas, prevê a internação involuntária de usuários para desintoxicação e reforça o trabalho das comunidades terapêuticas. A Política Nacional Sobre Drogas é desenvolvida em conjunto pelos ministérios da Cidadania, Saúde, Justiça e Segurança Pública, e da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos.

A pasta da Cidadania é responsável pelo tratamento de dependentes químicos com foco na estratégia da abstinência dos usuários. Ao todo, a pasta financia, atualmente, cerca de 11 mil vagas em comunidades terapêuticas – quantidade quatro vezes maior do que a do ano anterior.

*Por André Luiz Gomes

Assessoria de Comunicação
Ministério da Cidadania

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