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Programa de visitação domiciliar gaúcho vence prêmio da Fundação Banco do Brasil

DESENVOLVIMENTO INFANTIL

Ministro da Cidadania, presidente do conselho do programa Pátria Voluntária e secretário especial do Desenvolvimento Social participaram do evento. Edição reconheceu ações para primeira infância
publicado  em 17/10/2019 19h14
Exibir carrossel de imagens Foto: Clara Angeleas

Brasília/DF – O programa gaúcho de visitação domiciliar Primeira Infância Melhor (PIM) é o grande vencedor da categoria Primeira Infância do prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social. O ministro da Cidadania, Osmar Terra, e a presidente do conselho do programa Pátria Voluntária, Michelle Bolsonaro, entregaram os troféus aos vencedores da categoria, em solenidade realizada na quarta-feira (16) à noite, em Brasília. O secretário especial do Desenvolvimento Social, Lelo Coimbra, e a secretária de Promoção do Desenvolvimento Humano, Ely Harasawa, também prestigiaram a premiação.

Em fala na abertura do evento, a presidente do conselho do Programa Nacional de Incentivo ao Voluntariado - Pátria Voluntária, Michelle Bolsonaro, apontou para o poder de transformação social dos projetos concorrentes e destacou o papel do trabalho voluntário no processo de mudança. “Sabemos que a transformação que todos queremos só será possível com a união de todos setores de nossa sociedade. A prática do voluntariado é um ato de humanidade, civilidade e amor. Esse tipo de trabalho gera impactos benéficos a toda sociedade. Parabenizo também os voluntários por seu trabalho de amor e dedicação ao próximo”, disse.

O ministro Osmar Terra elogiou a iniciativa da Fundação Banco do Brasil. O prêmio ocorre a cada dois anos, desde 2001, mas esta foi a primeira edição em que foram reconhecidas ações de estímulo à primeira infância. Em discurso, Terra reforçou o que a ciência comprova: recebendo os estímulos adequados na fase inicial da vida, a criança terá muito mais chances de se tornar um adulto saudável. “Este período todo, os primeiros mil dias de vida, tem um alicerce fundamental. Tudo o que acontece depois tem a ver com os primeiros mil dias. Por isso são muito importantes o trabalho e o estímulo, como a Fundação Banco do Brasil está dando aqui, para a primeira infância, para tecnologias voltadas para esse público”.

Prêmio da Fundação Banco do Brasil (16/10/2019)

Desenvolvimento Infantil

O Primeira Infância Melhor promove visitação domiciliar, uma vez por semana, a famílias que vivem em vulnerabilidade social. Política intersetorial, o PIM promove a valorização da família e trata o domicílio e a comunidade em que ela vive como espaços para a promoção da saúde e do bem-estar. O programa foi implementado em 2003 pelo ministro Osmar Terra, então secretário de Saúde do Rio Grande do Sul. Três anos depois, o programa se tornou lei no estado.Há 15 anos atendendo à primeira infância gaúcha, o PIM foi referência na criação do programa Criança Feliz, coordenado pelo Ministério da Cidadania.

Em segundo lugar na categoria Primeira Infância ficou o programa do Amazonas Primeira Infância Ribeirinha, seguido pelo Programa de Aleitamento Materno Pró-Mamá, do município gaúcho de Osório. Terra defendeu que ações de estímulo à primeira infância sejam multiplicadas. “Nos últimos 20 anos, descobriram coisas extraordinárias sobre como o ser humano desenvolve a sua inteligência e como ele se prepara para viver nesse mundo, para enfrentar, superar os problemas, para crescer, para criar. Nosso governo tem muito orgulho de ter hoje o maior programa do mundo de cuidados à primeira infância, que é o Criança Feliz”, afirma.

A experiência brasileira com o Criança Feliz rendeu ao programa o primeiro lugar no prestigiado prêmio da Cúpula Mundial de Inovação para a Educação, vinculado à Qatar Foundation. A premiação é uma das maiores do mundo e reconheceu a contribuição do Criança Feliz para lidar com os desafios globais da educação. O programa brasileiro de atenção à primeira infância competiu com mais de 480 projetos de vários países. 

Apoio

Também na solenidade, o presidente da Fundação Banco do Brasil, Asclepius Soares, o Pepe, agradeceu a todos os projetos concorrentes pela contribuição social. Segundo ele, “tudo o que as empresas procuram os nossos finalistas têm de sobra”: “Todos têm uma linda história de cuidado, de amor e de trabalho em prol do próximo, em tentar transformar vidas. E transformar é o nosso objetivo. A Fundação tem como propósito valorizar vidas para transformar realidades”, comentou.

A décima edição do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social teve 24 tecnologias sociais finalistas dos estados de Alagoas, Amazonas, Ceará, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo, Santa Catarina e Sergipe, além do Distrito Federal. Elas dividem R$ 700 mil em premiações, sendo R$ 50 mil para o primeiro colocado, R$ 30 mil para o segundo e R$ 20 mil para o terceiro de cada categoria.

*Por Renata Garcia

Assessoria de Comunicação
Ministério da Cidadania

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