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Participação de hospitais psiquiátricos no tratamento de dependentes é debatida por Ministério da Cidadania

CUIDADOS

Em Encontro Nacional de Hospitais Psiquiátricos Filantrópicos, realizado em São Paulo (SP), Quirino Cordeiro Junior falou sobre a Nova Política Nacional sobre Drogas e o trabalho no cuidado a dependentes químicos
publicado  em 09/10/2019 19h25
Divulgação

Brasília – O protagonismo da rede hospitalar no tratamento de dependentes químicos foi abordado no II Encontro Nacional de Hospitais Psiquiátricos Filantrópicos, realizado em São Paulo (SP). Presente no evento nesta quarta-feira (9), o secretário nacional de Cuidados e Prevenção às Drogas do Ministério da Cidadania, Quirino Cordeiro Júnior, falou sobre a Nova Política Nacional sobre Drogas e a participação dos hospitais diante da atual política pública.

A gestores dos serviços de saúde, profissionais e representantes de mais de 40 hospitais de todo o País, o secretário reforçou a importância das unidades psiquiátricas na rede de cuidados e atenção. “A nova Lei de Drogas do País coloca a possibilidade de internações involuntárias para pessoas com dependência química em casos graves, e os hospitais psiquiátricos são os locais escolhidos para a realização segura desses procedimentos”, afirma.

A articulação entre todos os envolvidos nessa rede de cuidados também foi frisada por Quirino Cordeiro como um fator essencial para se atingir um resultado eficiente. “Para o Ministério da Cidadania, é extremamente importante estar em contato com os gestores desses serviços. É preciso alinhar as ações para que possamos discutir a nova política pública com o objetivo de oferecer tratamentos cada vez melhores e com mais qualidade aos pacientes de todo o país”, conclui.

A programação do II Encontro Nacional de Hospitais Psiquiátricos Filantrópicos é voltada à inovação, sustentabilidade e qualidade da assistência e termina na quinta-feira (10). O evento é uma iniciativa da Pró-Saúde Mental, com o apoio da UniSA.

Saiba mais - A Nova Lei de Drogas foi sancionada em junho pelo presidente da República, Jair Bolsonaro. Entre as modificações, ela estabelece ações mais rígidas contra o tráfico de drogas, prevê a internação involuntária de usuários para desintoxicação e reforça o trabalho das comunidades terapêuticas. A Política Nacional Sobre Drogas é desenvolvida em conjunto pelos ministérios da Cidadania, Saúde, Justiça e Segurança Pública, e da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. A pasta da Cidadania é responsável pelo tratamento de dependentes químicos com foco na estratégia da abstinência dos usuários.

*Por Diego Queijo

Assessoria de Comunicação
Ministério da Cidadania

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