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Brasil reforça apoio a países no combate à fome e subnutrição

SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL

Em Roma, ministro Alberto Beltrame participa de reuniões apresentando propostas para o cumprimento dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável até 2030
publicado  em 26/11/2018 15h42
Foto: Divulgação/MDS Ministro do Desenvolvimento Social, Alberto Beltrame, e o diretor-executivo do PMA, David Beasley

Ministro do Desenvolvimento Social, Alberto Beltrame, e o diretor-executivo do PMA, David Beasley

Brasília – O Brasil reforçou seu papel protagonista no apoio e na troca de experiências com países em desenvolvimento para o combate à fome e subnutrição. Nesta segunda-feira (26), o ministro do Desenvolvimento Social, Alberto Beltrame, participou como convidado especial da II Sessão Regular da Junta Executiva do Programa Mundial de Alimentos (PMA), em Roma. No discurso de abertura da sessão, ele ressaltou a parceria já firmada com a entidade internacional ligada às Nações Unidas.

“Acreditamos que a Cooperação Sul-Sul tem um papel fundamental para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030. É necessário que os países em desenvolvimento apoiem uns aos outros no esforço de identificarem soluções que nos permitam alcançar as metas ambiciosas estabelecidas por essas agendas”, destacou o ministro.

Durante o evento, Alberto Beltrame lembrou ainda a saída do Brasil do Mapa da Fome e afirmou que é inadmissível que mais de 821 milhões de pessoas pelo mundo ainda estejam submetidas à desnutrição. Segundo ele, o país apenas superou essa condição porque construiu uma base conceitual e jurídica de Promoção do Direito Humano à Alimentação Adequada e se apoia em programas, como o Bolsa Família, para dar continuidade na luta pela erradicação da fome. “Devemos unir esforços para conciliar essa pauta com uma perspectiva de construção de sistemas de proteção social”, apontou.

Além disso, Beltrame creditou o sucesso brasileiro ao fortalecimento das ações voltadas para a agricultura familiar e o acesso a alimentos saudáveis, como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), que adquire alimentos para serem utilizados em escolas, asilos, hospitais, quartéis, universidades e na rede de Assistência Social. “O poder de compra do Estado na aquisição de alimentos da agricultura familiar contribui para ampliar o acesso desses agricultores e de seus empreendimentos ao mercado, gerando renda e inclusão social, fortalecendo redes de comercialização e circuitos curtos, promovendo a qualificação de processos produtivos e o desenvolvimento local”, explicou.

Alimentação escolar – A experiência brasileira do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) teve espaço de destaque na tarde desta segunda-feira, durante encontro paralelo ao PMA, no evento o “Diálogo de Alto Nível sobre a Contribuição do Brasil para o Aprimoramento da Cooperação Sul-Sul no Marco da Agenda 2030: O caso nacional de alimentação escolar sustentável".

Atualmente, a iniciativa atende diariamente mais de 41 milhões de crianças e adolescentes em todo o Brasil. “É um dos programas estruturantes da política nacional de segurança alimentar e nutricional do nosso país”, destacou o ministro. Na ocasião, Beltrame destacou que, além de combater a subnutrição, o Brasil está investindo em ações para disponibilizar alimentos saudáveis à população, de forma a reduzir o alto índice de sobrepeso e obesidade que atinge o mundo inteiro.

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