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Beneficiários do BPC podem acessar outros programas do governo federal

DESENVOLVIMENTO SOCIAL

Políticas sociais como o Criança Feliz utilizam o Cadastro Único para chegar às famílias que mais precisam
publicado  em 07/11/2018 16h01
Rafael Zart/ MDS O menino Ângelo Gabriel interage com as visitadoras do Criança Feliz.

O menino Ângelo Gabriel interage com as visitadoras do Criança Feliz.

Brasília - Ângelo Gabriel Justino tem 5 anos, recebe o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e, há um ano, é atendido pelo Programa Criança Feliz, em Morrinhos (GO). Durante o parto, ele teve complicações e faltou oxigênio para o cérebro. Com os movimentos e órgãos comprometidos, Ângelo respira hoje com ajuda de aparelhos e precisa de uma série de cuidados que o ajudam a lutar todos os dias pela sua vida. A mãe, Natália Eugênia Silva, de 34 anos, conta que as visitas do Criança Feliz têm contribuído para o desenvolvimento do pequeno.

“O programa traz coisas simples que estão ajudando o Ângelo e que eu não sabia. Além do carinho que as visitadoras têm por ele. O que meu filho fazia só na fisioterapia, agora faz aqui em casa, comigo. Ajuda porque ele é muito comprometido. Toda ajuda é um avanço enorme”, conta a mãe. Ângelo Gabriel é uma das mais de 6,6 mil crianças do BPC que estão sendo atendidas pelo Criança Feliz em todo país. No total, mais de 400 mil crianças e gestantes que também fazem parte do Bolsa Família estão no programa de desenvolvimento infantil.

Acesso – Elas só participam do programa porque já estão incluídas no Cadastro Único para Programas Sociais. Além do Criança Feliz, outras 20 ações utilizam o Cadastro Único para garantir o acesso das famílias de baixa renda a políticas sociais. É por isso que, até o fim de dezembro, o governo federal está incluindo nessa base de dados idosos e pessoas com deficiência que recebem o Benefício de Prestação Continuada. O ministro do Desenvolvimento Social, Alberto Beltrame, destaca as vantagens da inclusão dos beneficiários. “É eficiente o cadastro porque melhora a vida de todos. Da parte do governo, podemos programar e melhorar as políticas sociais para esse público. Por parte do beneficiário, dá a possibilidade de acesso aos outros benefícios.”  

A inscrição no Cadastro Único é obrigatória, mas mais de 1,7 milhão de pessoas que recebem o Benefício de Prestação Continuada ainda não fizeram o cadastramento. Para se registrar, os beneficiários devem procurar os Centros de Referência de Assistência Social (Cras) com documentos pessoais, como CPF, identidade e comprovante de residência. O registro também pode ser feito pelo responsável familiar. O BPC tem o valor de um salário mínimo e é pago mensalmente a idosos acima de 65 anos e pessoas com deficiência que possuem renda familiar de até R$ 238 por pessoa.

Saiba mais
O Cadastro Único reúne informações das famílias com renda per capita de até meio salário mínimo ou renda total familiar de até três salários mínimos. É utilizado por diversos programas sociais. Nele, são registradas as características da residência, a identificação de cada pessoa, a escolaridade, a situação de trabalho e renda, entre outras informações.

 *Por André Luiz Gomes

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