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“Criança Feliz vai transformar a realidade do Brasil”, afirma Osmar Terra

PRIMEIRA INFÂNCIA

No segundo dia da Conferência Internacional da Primeira Infância, ministro do Desenvolvimento Social apresenta os avanços do programa aos participantes
publicado  em 21/03/2018 13h15
Foto: Rafael Zart/MDS

Brasília – A política pública mais transformadora, capaz de impactar de maneira significativa a sociedade, deve ser direcionada aos primeiros dias de vida do ser humano. Essa é a convicção do ministro Osmar Terra após décadas de estudos e à frente de ações dedicadas ao desenvolvimento social.

“Por essa razão criamos o Criança Feliz e estamos investindo cada vez mais neste programa. É por meio dele que conseguiremos mudar a realidade brasileira, diminuir a violência de forma geral e construir um país onde todos tenham oportunidades iguais”, disse ele, nesta quarta-feira (21), durante a abertura do segundo dia da Conferência Internacional da Primeira Infância, em Brasília.

Além da abordagem intersetorial e da importância das parcerias, Terra apontou a visitação domiciliar como fator decisivo para o sucesso do programa. “A maneira como a mãe brinca e se relaciona com a criança é fundamental para o seu desenvolvimento e isso só é possível identificar e melhorar com a visita domiciliar”, explicou o ministro, esclarecendo que a visita não substitui o papel da creche, mas funciona como um reforço.

Atualmente, o Criança Feliz está em 2.683 municípios, sendo que  quase 2 mil já iniciaram as visitadas domiciliares. Terra defende que a iniciativa se transforme em uma política de Estado para que as crianças continuem no caminho de desenvolvimento das suas competências intelectuais e emocionais. “O programa deve continuar independentemente de quem seja o presidente da República. O atendimento deve continuar e quem nos diz isso são as famílias que já perceberam a mudança no comportamento dos filhos”, destacou.

Segundo a coordenadora do Criança Feliz no Piauí, Rosângela Sousa, o programa tem se tornado um canal de acesso das famílias mais pobres aos serviços disponíveis nos 180 municípios daquele Estado que aderiram ao programa. “À medida que você acompanha bem as famílias, elas já não levam o filho para o serviço de saúde com tanta frequência porque o cuidado será maior e a família se sente mais apoiada”, esclareceu. Rosângela Sousa também defendeu a continuidade do programa. “O nosso partido é a criança, a primeira infância. Esse é o caminho para desenvolvermos a nossa sociedade”, ressaltou.

 Criança Feliz em números
- 1.946 municípios com visitação
- 13,4 mil empregos gerados
- 2,5 milhões de visitas realizadas
- 240.917 pessoas atendidas – dessas, 31.071 mil são gestantes e 209.846 crianças

Conferência – Promovida pelo Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) e a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), a Conferência Internacional da Primeira Infância começou terça-feira (20) e termina nesta quarta-feira (21), em Brasília.

No encontro, são apresentadas experiências públicas e privadas de países da América Latina, além de pesquisas desenvolvidas em países como o Canadá, Austrália e Brasil. Entre os participantes estão chefes de Estado, empresários, organizações não governamentais, cientistas de renome internacional e gestores públicos de todo o país e do exterior.

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Conferência Internacional da Primeira Infância (20/03/2018)

*Por André Luiz Gomes

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