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MDS realiza oficina de gestão territorial e prevenção na proteção social

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Encontro reúne gestores, técnicos e usuários da assistência social para debater a qualificação do atendimento nos Centros de Referência de Assistência Social (Cras)
publicado  em 17/05/2018 18h06
Foto: Divulgação/MDS

Brasília - Fortalecer e aprimorar as iniciativas de interação das famílias em situação de vulnerabilidade social e ampliar a oferta dos serviços oferecidos pela assistência social. Esse é objetivo da oficina “Gestão Territorial e Prevenção na Proteção Social Básica”, que reúne especialistas, gestores e representantes de usuários da assistência social, além de técnicos do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS). O encontro vai debater o papel preventivo da proteção social nas áreas em que os Centros de Referência de Assistência Social (Cras) atuam.

Durante a abertura do evento, a secretária nacional de Assistência Social, Carminha Brant, destacou a importância do debate para entender as particularidades e a abrangência de cada Cras, como porta de entrada à integração para outros serviços oferecidos pela rede socioassistencial.

“A oficina tem um sentido de reflexão e proposição para se pensar qual é a ação no território que a proteção social básica deve desenvolver. Hoje, o atendimento à família acaba se concentrando na própria unidade. Se não atuarmos junto a elas, não vamos conseguir empoderá-las. Deve ser uma ação proativa da assistência social no território”, ressaltou a secretária.

A presidente da Fundação de Ação Social (FAS), instituição responsável pela gestão da assistência social na prefeitura de Curitiba (PR), Elenice Malzoni, afirmou que a oficina, além da troca de experiências entre Estados e municípios, demonstra a preocupação do governo federal em aperfeiçoar o atendimento oferecido aos diferentes públicos que utilizam os serviços.

“Já temos uma rede muito extensa de Cras e um estudo bem detalhado nos territórios da implantação. Tenho certeza que tudo que será discutido durante o encontro vai agregar valor ao nosso trabalho e o fortalecer o Sistema Único de Assistência Social na proteção social básica”, enfatizou a presidente.

Para a assistente social Marlene Fiorotti, integrante da equipe de Vigilância Socioassistencial de Viamão (RS), o debate sobre o tema e a troca de experiências são fundamentais para qualificar a forma com que o serviço é oferecido para os usuários dos Cras em cada localidade.

“É fundamental que se construa alternativas para o melhor atendimento. A partir do momento que se debate quais são os nossos problemas e desafios, a gente consegue pensar qual é a potência desses serviços e como realmente iremos trabalhar com os usuários”, afirmou.  

* Por Carolina Graziadei

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