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Oficina integra assistência social e o programa Criança Feliz

DESENVOLVIMENTO INFANTIL

Iniciativa tem o objetivo de discutir estratégias que possibilitem o desenvolvimento integral das crianças e fortalecer os vínculos das famílias atendidas
publicado  em 15/05/2018 16h24
Foto: Divulgação/MDS

Brasília – Coordenadores estaduais e municipais do programa Criança Feliz e da área de Proteção Social Básica do Sistema Único de Assistência Social (Suas) estão em Brasília (DF) para discutir estratégias de atendimento às famílias atendidas pela iniciativa. O objetivo é aperfeiçoar a integração de diversas áreas do governo local e garantir a atenção do poder público às crianças e famílias atendidas na rede de assistência social. A Oficina de Integração do Suas e Programa Criança Feliz está sendo promovida pelo Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) nesta terça (15) e quarta-feira (16).

Para a secretária nacional de Assistência Social, Carminha Brant, por já estar presente em 2.048 municípios, o Criança Feliz está muito mais maduro no aspecto de promover a intersetorialidade. Brant ressalta que a ação é um reforço para a Política de Assistência Social. “Nosso foco é a família. Como a metodologia é por meio de visitas domiciliares, isso está nos ajudando a conhecer muito mais a dinâmica das famílias no seu ambiente doméstico, no seu território. Além disso, estamos fazendo com que eles tenham mais acesso aos demais serviços das políticas públicas”, destacou.

O secretário nacional da Promoção do Desenvolvimento Humano do MDS, Halim Girade, ressalta que o Criança Feliz jamais teria avançado sem o empenho da Assistência Social. “O programa tem revitalizado o Centro de Referência da Assistência Social (CRAS). Isso tem contribuído para que a assistência social cumpra a sua função principal. Portanto, é uma relação muito interessante”, afirmou.

Segundo a coordenadora do Criança Feliz no Estado de Goiás, Denise Barra, tanto o programa como a política são complementares. “A família que é acompanhada pelo CRAS é, e em sua maioria, beneficiária do Bolsa Família. Esse trabalho deve se completar com o atendimento de forma articulada, integrada, para promover o desenvolvimento integral da criança e fortalecer vínculos dessa família.”

Teófilo Otoni é um dos municípios de Minas Gerais que aderiram ao Criança Feliz sem o apoio do Estado, com suporte direto do governo federal. As visitas já começaram e estão beneficiando cerca de 600 famílias do Bolsa Família e do Benefício de Prestação Continuada (BPC) na cidade. Segundo a coordenadora do Criança Feliz no município, Honorinda de Matos, a ação resultou em uma maior integração na pasta de Assistência Social. “Conseguimos fazer reuniões quinzenais com todos os serviços, em que são debatidas as demandas das famílias e traçamos um planejamento do serviço como um todo, incluindo o programa Criança Feliz”, explicou.

Saiba mais
O Criança Feliz ampliou a rede de atenção e cuidado integral para a primeira infância. O programa vem mostrando que pequenos cuidados ajudam a reduzir desigualdades sociais e geram muito mais oportunidades no futuro. Semanalmente, visitadores levam às famílias orientações sobre a melhor maneira de se estimular o desenvolvimento das crianças.

Ao todo, 2.672 municípios aderiram ao programa , dos quais mais de 2 mil já realizam as visitas domiciliares. A ações são voltadas às gestantes e crianças beneficiárias do Programa Bolsa Família de até 3 anos, e àquelas de até 6 anos que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC). Também são acompanhadas gestantes e crianças beneficiárias afastadas do convívio familiar por medidas protetivas. São 275 mil pessoas, entre crianças e gestantes, acompanhadas semanalmente por 13 mil visitadores em todo o país.

*Por André Gomes 

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