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Seis meses após início das visitas do Criança Feliz, família já percebe a evolução do filho

PRIMEIRA INFÂNCIA

No município de Pacatuba (SE), a reação do primeiro bebê atendido chama a atenção da mãe e da visitadora do programa
publicado  em 24/01/2018 18h03
Foto: Mauro Vieira/MDS

Brasília – Os pais sempre sonham com um futuro melhor para os filhos. E uma maneira de transformar esse sonho em realidade é estimular o desenvolvimento da criança desde os primeiros meses de vida. É isso que o Criança Feliz está fazendo em todo o país. As visitas domiciliares já beneficiam mais de 203,5 mil pessoas em 1.816 municípios.

 Mas a primeira visita realizada pelo programa ocorreu em Pacatuba, no litoral norte de Sergipe, há seis meses. Hoje, o primeiro bebê a receber o atendimento, Uemerson dos Santos, de apenas oito meses de idade, está grande, forte e atento às brincadeiras da mãe, Nubia dos Santos. “Ele está se desenvolvendo melhor. Já senta, encosta, brinca, sorri. Coisas que os (irmãos) mais velhos não faziam porque não tinha o programa para me orientar”, conta.

 Ela é beneficiária do Bolsa Família e mãe de mais quatro crianças. Uma vez por semana, recebe em casa a visitadora do Criança Feliz Maria Linaelte Barbosa. Com os encontros, Nubia passou a ter dicas de atividades para desenvolver a coordenação motora, a inteligência e o vínculo afetivo entre ela e o caçula. “Agora eu brinco bastante com ele. Do jeito que a visitadora orienta, eu faço. Antes do programa, não sabia o que era importante fazer”, explicou.

 Maria Linaelte é umas das três visitadoras de Pacatuba. Assim como no caso de Nubia, ela afirma ter visto as mudanças geradas pelo programa entre as crianças das 94 famílias carentes atendidas na comunidade.

 “Quando as visitas começaram, eu chegava e muitas crianças não conheciam cores. Algumas sequer sabiam brincar com uma bola. Estamos vendo essa evolução. As crianças estão mais atentas e o programa chega a quem realmente precisa”.

 Para a supervisora do Criança Feliz no município, Suzana da Silva, no início, desde a implementação do programa, os avanços são visíveis e constantes. “Com o passar do tempo, estamos vendo que as crianças estão bem melhor. As mães já têm mais consciência porque veem o que mudou”.

 De acordo com a diretora da Atenção à Primeira Infância do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), Ely Harasawa, o balanço do programa mostra que os resultados garantem o bom atendimento às crianças e às famílias mais vulneráveis do Brasil.

 “Já estamos chegando a mais de 200 mil beneficiários. O mais entusiasmante é que, quando as visitas começam, os resultados aparecem rapidamente”, ressaltou.

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A ciência já comprovou que crianças acompanhadas e estimuladas de forma correta se desenvolvem melhor. Por isso, o Criança Feliz, coordenado pelo MDS, integra ações nas áreas da saúde, assistência social, cultura, educação e garantia de direitos. O programa tem como ponto central a visitação domiciliar.

A iniciativa prioriza gestantes e crianças de 0 a 3 anos beneficiárias do Bolsa Família. Para quem recebe o Benefício de Prestação Continuada (BPC), o atendimento ocorre até os 6 anos. Gestantes e crianças de até 6 anos de idade em serviço de acolhimento, afastadas do convívio familiar por medidas protetivas, também recebem as visitas. Em todo o país, 2.573 municípios aderiram ao programa.

*Por Diego Queijo

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