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Beneficiários do Bolsa Família aprovam agilidade na concessão do pagamento

TRANSFERÊNCIA DE RENDA

Melhoria na gestão e o cruzamento de dados contribuíram para o fim da fila de espera, possibilitando que recebam o benefício as famílias que realmente precisam
publicado  em 08/02/2018 17h13

Brasília - A família da dona Maria Clotildes Biazotto, da pequena Aguaí, no interior de São Paulo, se viu apertada com a chegada das duas netas gêmeas, agora com 11 meses de idade. Em novembro de 2017, ela teve que pedir apoio no Centro de Referência da Assistência Social (Cras) do município para a compra do leite das crianças, quando foi inscrita no Cadastro Único para os Programas Sociais do Governo Federal.

Um mês depois, dona Maria já estava recebendo R$ 117 do programa Bolsa Família. A quantia   é utilizada para garantir o alimento das pequenas e comprar parte do material escolar da neta mais velha, com 12 anos.

A avó aprovou a agilidade com que foi concedido o benefício do programa. “Depois que dei a entrada, foi rápido. Achei que eles foram bem competentes para isso. Nem eu esperava que ia receber tão rápido”, conta ela.

Doralice Oliveira Nunes, de 22 anos, mora em Alto Alegre dos Parecis, em Roraima, e é diarista. Ela recebe o Bolsa Família desde dezembro do ano passado. São R$ 292 utilizados para garantir a alimentação de 3 filhos.  

Atualmente, Doralice está participando de um processo seletivo de emprego. Ela conta sobre os planos para o futuro, caso conquiste a vaga de trabalho. “O Brasil vai melhorando se cada um ajudar um pouco. Se conseguir esse emprego, a primeira coisa que eu vou fazer é ir lá e dizer que não estou precisando mais do Bolsa Família”, afirma.

Fila zerada - As duas beneficiárias só puderam receber rapidamente o Bolsa Família porque o governo federal manteve zerada a fila de espera para a concessão do benefício ao longo de todo o segundo semestre de 2017. Isso foi possível com o aperfeiçoamento da gestão e a partir do cruzamento de dados de várias bases oficiais, o que ajudou a identificar pessoas que estavam recebendo o benefício sem precisar.

Algumas tinham renda mais alta do que afirmavam e, por isso, foram excluídas do programa. Com esse processo, o governo federal está conseguindo direcionar o Bolsa Família para quem realmente precisa. Em janeiro, cerca de 225 mil pessoas passaram a receber o benefício.

De acordo com o ministro do Desenvolvimento Social, Osmar Terra, a melhoria da gestão do Bolsa Família é uma preocupação constante do governo federal. “Pessoas que nunca deveriam ter entrado no programa saíram, e aquelas que realmente precisavam, passaram a receber o Bolsa Família. Isso foi um grande avanço, foi uma revolução que conquistamos dentro do programa”, destacou o ministro.

Saiba mais
O Bolsa Família é um programa de transferência direta de renda direcionado às famílias em situação de pobreza (renda per capita mensal entre R$ 85,01 e R$ 170,00) e de extrema pobreza (renda per capita mensal de até R$ 85,00). Ao entrarem no programa, os beneficiários recebem o dinheiro mensalmente e, como contrapartida, cumprem compromissos nas áreas de saúde e educação.

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