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Programa gaúcho de atenção à primeira infância mudou a vida de milhares de crianças

DESENVOLVIMENTO INFANTIL

Desde 2003, o PIM já potencializou o desenvolvimento de mais de 230 mil crianças em 245 cidades; iniciativa inspirou o programa federal Criança Feliz
publicado  em 03/10/2017 15h01

Brasília – A dona de casa Marione Garcia tinha 42 anos e quatro filhas quando ouviu falar, pela primeira vez, sobre o Primeira Infância Melhor (PIM). Grávida da quinta filha, ela fez o pré-natal em um posto de saúde de São Lourenço do Sul (RS) e entrou na lista de interessados em receber o atendimento do programa. Pouco tempo depois, passou a contar com as visitas de uma monitora do PIM e, graças ao acompanhamento, reviveu a maternidade de uma forma diferente.

“A monitora nos ensinava a fazer brinquedo com garrafa pet, ensinava cores, brinquedos de encaixar”, relata. Frequentes e variados, os estímulos se estenderam até a filha mais nova, Mariana, completar quatro anos. “Quando ela foi para a escola, já tinha noção das coisas”, destaca a mãe.

Hoje, Mariana tem dez anos e sonha em ser veterinária. Ela foi uma das primeiras crianças a participar do PIM, entre as 230 mil já atendidas em 245 municípios gaúchos desde a criação do programa, em 2003. A iniciativa foi idealizada pelo ministro Osmar Terra (Desenvolvimento Social) quando ele ocupava a Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul. Atualmente, 30 mil crianças gaúchas recebem atendimento.

Neste ano, o trabalho do PIM passou a contar com o reforço do Criança Feliz, programa de alcance nacional coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento Social (MDS). A iniciativa tem como base a política gaúcha para a primeira infância, além de outras experiências bem-sucedidas no Brasil e no exterior.

Criança Feliz – Lançado há um ano, o Criança Feliz já está em atividade em 636 cidades brasileiras. A iniciativa é voltada para crianças de até 3 anos beneficiárias do Bolsa Família e as de até 6 anos que recebam o Benefício de Prestação Continuada (BPC). “Uma criança pobre já sofre com a desigualdade desde a barriga mãe. Vamos atuar logo no início da vida para que a criança mais vulnerável tenha a oportunidade de se desenvolver plenamente”, ressalta o ministro do Desenvolvimento Social, Osmar Terra.

Assim como no PIM, o intuito é promover o desenvolvimento cognitivo, emocional e pessoal da criança por meio de visitas domiciliares. Nos encontros, as famílias são orientadas sobre quais estímulos devem ser aplicados em cada fase. O principal recurso é a brincadeira, que faz dos encontros um momento lúdico. Ao perceber alguma necessidade específica, o monitor também aciona a rede socioassistencial do município. Até o momento, 2.615 cidades aderiram ao programa em todo o país.

Informações sobre os programas do MDS:
0800 707 2003

Informações para a imprensa:
Ascom/MDS
(61) 2030-1505
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