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Pacote de ações para gerar emprego e renda é tema do Papo Social

PLANO PROGREDIR

O secretário de Inclusão Social e Produtiva, Vinícius Botelho, respondeu a dúvidas sobre a iniciativa do governo federal que irá promover a autonomia da população de baixa renda
publicado  em 06/10/2017 19h30
Foto: Clarice Castro/MDS

Brasília – O Plano Progredir, do governo federal, foi o tema do Papo Social desta sexta-feira (6). Na quarta edição do programa, transmitido ao vivo na página do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) no Facebook, o secretário de Inclusão Social e Produtiva do MDS, Vinícius Botelho, respondeu a dúvidas dos internautas sobre o pacote de medidas criado para promover a autonomia das famílias de baixa renda.

Com foco nos beneficiários do Bolsa Família e demais inscritos no Cadastro Único, o Progredir reúne ações de incentivo ao empreendedorismo, qualificação profissional e acesso ao mercado de trabalho. A estratégia contará com assistência técnica para 1,7 milhão de autônomos em todo o país, além de ações de inclusão digital e educação financeira. Também serão ofertadas mais de 1 milhão de vagas em cursos profissionalizantes.

Na entrevista, Botelho explicou que o objetivo é dar oportunidade para que as pessoas consigam melhorar de vida por meio da geração de renda. “Nós temos um portal que já está com inscrições abertas para cursos e oficinas de qualificação por meio do Pronatec Oferta Voluntária. Também estamos prospectando demandas das pessoas por microcrédito e disponibilizando uma ferramenta para que elas possam fazer seus currículos de maneira padronizada”, explicou.

Acesse aqui o site do Plano Progredir

O plano prevê a oferta de até R$ 3 bilhões anuais em microcrédito para fortalecer pequenos negócios. Os interessados passarão por cursos de educação financeira. “O que nós estamos fazendo é dar prioridade na oferta de microcrédito a quem está no Cadastro Único. Os valores e condições dos empréstimos serão avaliados pelos critérios dos bancos”, disse.

Outra dúvida recorrente é se, ao se cadastrar no Progredir, o beneficiário poderia perder o Bolsa Família. O secretário esclareceu que quem participa do plano não perde o benefício. É preciso, no entanto, manter o Cadastro Único atualizado, principalmente no que diz respeito à renda familiar.

“Se a renda da família ficar acima do perfil do Bolsa Família [de até R$170 per capita], mas dentro do limite do Cadastro Único [de meio salário mínimo per capta], essas pessoas permanecem no Bolsa Família por mais dois anos. Se a renda  ultrapassar o limite do Cadastro Único, as famílias podem pedir o desligamento voluntário. Nos 36 meses seguintes, caso a renda diminua novamente, elas contam com o retorno garantido ao programa”, acrescentou Botelho.

Papo Social – Transmitido quinzenalmente, o Papo Social é uma produção da Assessoria de Comunicação do MDS. No programa, os convidados respondem questões específicas sobre temas relacionados ao ministério. Para sugerir os assuntos a serem abordados, deixe uma mensagem na página do MDS no Facebook.

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