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Oficinas do MDS qualificam gestores para o atendimento a povos tradicionais

POLÍTICAS PÚBLICAS

Nesta semana, Maceió (AL) sediou a última capacitação regional do ano para discutir e avaliar as ações do Cadastro Único e Bolsa Família voltadas às comunidades
publicado  em 09/11/2017 20h20

Brasília – Ao longo de 2017, o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) promoveu uma série de encontros para avaliar e discutir o atendimento prestado às famílias indígenas, quilombolas, ciganas, povos de terreiro, extrativistas, ribeirinhos, pescadores, catadores de materiais recicláveis e população em situação de rua em todo o Brasil.

 Depois de passar por cinco capitais, Maceió (AL) sediou nesta semana a última Oficina Regional sobre Grupos Populacionais Tradicionais e Específicos no Cadastro Único e Programa Bolsa Família. O evento reuniu mais de 600 coordenadores estaduais e gestores municipais dos programas no Nordeste.

 De acordo com a diretora do Departamento de Benefícios do MDS, Caroline Paranayba, os encontros buscaram a melhoria da abordagem e inclusão desses grupos, contemplando todas suas especificidades. “O ponto central é conhecer para incluir e atender o cidadão na complexidade da dinâmica dele. Fazer esse diagnóstico com os municípios foi essencial”.

 Para debater a proposta de trabalho e promover uma reflexão profunda sobre o atendimento, ela destacou a participação efetiva de membros da sociedade civil nas oficinas. “A partir do relato das pessoas e da boa prática de municípios, que já possuem um olhar refinado para o assunto, percebemos vários gestores reavaliando seus procedimentos. Isso enriquece e qualifica o atendimento”.

 A alagoana Adriana Celestina atua na área de atenção psicossocial a mais de dois mil indígenas da etnia Xukuru-Kariri no município de Palmeira dos Índios (AL), distante 134 km de Maceió. Segundo ela, o encontro do MDS foi fundamental para melhorar a qualidade do serviço prestado. “Achei um momento maravilhoso e bastante proveitoso, porque teve participação da educação, saúde e assistência. Foi uma chance de esclarecimento e troca de informações. Saí do evento com mais bagagem e mais esclarecida”, disse.

 Nos encontros, foram discutidos temas como inscrição no Cadastro Único, estratégias de busca ativa, cumprimento das condicionalidades de saúde e educação e alternativas para o pagamento de benefícios, além da utilização, pela gestão local, do valor referente ao Índice de Gestão Descentralizada (IGD).

 Em 2018, o projeto continuará. “No ano que vem, vamos continuar tendo esse projeto como prioridade. Nos próximos meses, refletiremos e analisaremos quais os processos que precisam ser aperfeiçoados”, afirmou Caroline.

 Além de Maceió (AL), os encontros em 2017 ocorreram em Manaus (AM), Vitória (ES), Cuiabá (MT), Fortaleza (CE) e Porto Alegre (RS).

 *Por Diego Queijo

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