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MDS avalia situação de jovens e adolescentes de baixa renda no país

ASSISTÊNCIA SOCIAL

Oficina técnica analisou diagnostico preliminar baseado nos dados do Cadastro Único dos Programas Sociais. Estudo deve ser publicado no próximo semestre
publicado  em 17/11/2017 18h13
Foto: Rafael Zart/MDS

Brasília – O Ministério do Desenvolvimento Social promoveu, nesta sexta-feira (17), oficina técnica para analisar dados do Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal que apontem a situação de adolescentes e jovens de baixa renda, entre 12 e 29 anos. O diagnóstico preliminar foi elaborado em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisa Aplicada (Ipea) e deverá ser publicado no próximo semestre.

Representantes de todas as secretarias do ministério participaram do encontro. De acordo com o secretário nacional de Promoção do Desenvolvimento Humano do MDS, Halim Girade, o objetivo da análise é fornecer ferramentas que aprimorem o atendimento aos adolescentes e jovens em vulnerabilidade. “Hoje temos políticas voltadas para esse público, mas sabemos que elas não são suficientes. A partir dessas informações, podemos fortalecer as ações existentes e implementar novas políticas”, destacou ele.

Segundo a diretora de Atenção à Juventude e Adolescência do Ministério, Tarsila Crusius, esta é a primeira vez que o governo federal estuda a fundo os jovens e adolescentes que estão inseridos no Cadastro Único. “Quando entendemos com maior profundidade a realidade dessa população, podemos identificar melhor as necessidades e as peculiaridades que as políticas públicas precisam ter para construir alternativas que estejam mais adequadas à realidade deles”, explicou a diretora do MDS.

A diretora adjunta de Estudos e Políticas Sociais do Ipea, Enid Rocha, destacou que a integração das ações é um passo fundamental para um melhor atendimento. “Os jovens demandam políticas de educação, saúde, esporte e lazer e cultura. Se a gente não colocar em prática a intersetorialidade, que é um principio da Política Nacional de Assistência Social, não conseguiremos atuar de forma adequada com essa população”, defendeu.

*Por André Luiz Gomes

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