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Ministro e reitores debatem parceria para fortalecer o Programa Criança Feliz

DESENVOLVIMENTO INFANTIL

Atuação conjunta foi discutida em Brasília durante reunião plenária do Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras (Crub)
publicado  em 03/05/2017 20h23
Foto: Patrick Grosner/MDSA

Brasília – Reitores de universidades de todo o país se comprometeram a colaborar com a implementação do Programa Criança Feliz. A proposta de uma parceria foi feita pelo ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra, nesta quarta-feira (3), durante palestra na reunião plenária do Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras (Crub). Com 50 anos de atuação, o conselho representa hoje 133 instituições de ensino.

Para o ministro, o meio acadêmico tem muito a contribuir com o desenvolvimento infantil. Segundo ele, é preciso criar cursos superiores que se dediquem ao estudo da primeira infância. Estudantes de diversas áreas, como medicina, psicologia e pedagogia, poderiam obter experiência profissional como visitadores domiciliares ou multiplicadores do Criança Feliz. Outra proposta é usar o espaço físico das universidades para promover cursos e capacitações regionais voltadas a quem atua no programa.

Em sua fala, o ministro explicou que os primeiros mil dias de vida – foco do Programa Criança Feliz – são o período mais importante na formação das inteligências, habilidades e competências do ser humano. “Uma criança bem estimulada terá notas melhores na escola, um emprego melhor que o de seus pais e uma melhor qualidade de vida no futuro”, afirmou.

Presidente do Crub, o reitor da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Benedito Guimarães Aguiar Neto, se dispôs a fazer articulações entre as universidades que compõem a rede de atuação do conselho para formalizar o apoio ao programa. “Essa integração com os setores que regem as políticas públicas do país é fundamental. O trabalho em parceria é muito importante para que a escola possa ajudar no desenvolvimento social do país”, reforçou.

Ex-presidente do conselho, o reitor da Pontifícia Universidade Católica de Goiás, Wolmir Amado, também se comprometeu a trabalhar pelo sucesso do Criança Feliz. “O ministro trouxe uma semente que caiu em terreno fértil, especialmente em importantes segmentos das nossas universidades de instituições comunitárias. Uma causa tão importante como essa vem ao encontro do que é o princípio, a identidade, a finalidade, a origem e a destinação das nossas instituições. O ministério terá em nós trabalhadores de primeira hora neste programa”, garantiu.

Programa – Com atenção voltada para a primeira infância, o Criança Feliz acompanhará mais 4 milhões de beneficiários do Bolsa Família de até 3 anos e as crianças de até 6 anos que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC). Em todo o país, 2.547 municípios já aderiram à iniciativa. Com foco na visitação domiciliar, o programa reunirá ações em áreas como saúde, educação, cultura e justiça. Técnicos capacitados irão até as casas das famílias para mostrar aos pais a maneira correta de estimular o desenvolvimento dos filhos, principalmente nos primeiros mil dias de vida da criança.

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