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Governo federal define ações para sistemas alimentares saudáveis e sustentáveis

Caisan

Durante consulta nacional, foi elaborado um documento de referência para o Simpósio Regional: Sistemas Alimentares Sustentáveis para uma Alimentação Saudável na América Latina e Caribe, que ocorrerá em setembro
publicado  em 11/08/2017 18h19
Foto: Divulgação

Brasília – O governo federal definiu, nesta sexta-feira (11), as propostas que serão apresentadas no Simpósio Regional: Sistemas Alimentares Sustentáveis para uma Alimentação Saudável na América Latina e Caribe. Promovido pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e Organização Pan-americana de Saúde (Opas/OMS), o encontro ocorrerá entre os dias 5 e 7 de setembro, em El Salvador.

A definição foi feita em consulta nacional realizada durante a reunião da Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional (Caisan). Na ocasião, foi elaborado um documento de referência para nortear a apresentação brasileira no simpósio regional.

A disponibilidade de alimentos, o acesso e o consumo desses produtos e uma governança intersetorial voltada à segurança alimentar e nutricional no país foram destacados na consulta. Também foram citados o Programa Bolsa Família, o Criança Feliz, as compras institucionais e o fortalecimento da agricultura familiar, com o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae).

De acordo com secretário nacional de Segurança Alimentar e Nutricional do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), Caio Rocha, o evento será uma oportunidade para observar ações que contribuam para um maior acesso a uma alimentação saudável, para a redução da insegurança alimentar entre crianças e em comunidades e povos tradicionais e para o combate ao sobrepeso e à obesidade, como aponta o segundo Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Plansan).

“O Brasil é o país da América Latina que mais investe na segurança alimentar e nutricional. Temos uma agenda muito definida, o que nos guia para a construção das políticas públicas. Mas queremos também aprender com as políticas dos outros países”, destacou.

Para o representante da FAO no Brasil, Alan Bojanic, o relatório “reflete os avanços do Brasil em termos de combate à fome e à desnutrição e apresenta novas propostas”. “É um documento que sinaliza o compromisso de manter os níveis de políticas públicas e investimentos sociais para que o Brasil continue nessa posição de referência internacional”, afirmou.

Segundo a presidenta do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), Elisabetta Recine, o Brasil deve ser uma referência no simpósio por executar ações de combate à fome em grandes escalas. “O país tem uma experiência que deve ser cada vez mais compartilhada. Temos várias boas práticas que podem contribuir para o desenvolvimento de políticas públicas. Esse documento vai colocar à disposição dos participantes do simpósio o que aprendemos com a nossa história, além de contribuir  com o nosso processo de aprimoramento”.

Além do Consea e da FAO, representantes da Opas/OMS, do Programa Mundial da Alimentação (PMA) e do governo federal participaram da reunião da Caisan. Coordenada pelo MDS, a câmara reúne representantes de 20 ministérios e secretarias especiais.

 A câmara é uma instância governamental responsável pela coordenação e pelo monitoramento intersetorial das políticas públicas, na esfera federal, relacionadas à segurança alimentar e nutricional, ao combate à fome, e à garantia do Direito Humano à Alimentação Adequada (DHAA).


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