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Combate à violência passa pela retomada da cidadania, afirma Osmar Terra

POLÍTICAS PÚBLICAS

O ministro do Desenvolvimento Social participou nesta terça-feira (1º) do Brasil de Ideias, encontro promovido pela revista Voto para debater soluções para a crise da segurança pública
publicado  em 01/08/2017 15h27
Foto: Mauro Vieira/MDS

Rio de Janeiro – Devolver a cidadania para as pessoas que vivem em áreas hoje dominadas pelo crime organizado e criar alternativas que evitem a entrada dos jovens no mundo do crime. Foi o que defendeu o ministro do Desenvolvimento Social, Osmar Terra, nesta terça-feira (1º), durante o encontro Brasil de Ideias, promovido pela revista Voto, no Rio de Janeiro, para debater soluções para a crise da segurança pública.

 Coordenador das ações do governo federal na área social, dentro do plano elaborado para enfrentar a crise da segurança pública no Rio de Janeiro, Terra afirmou que é preciso retomar a presença do Estado nas áreas hoje dominadas por facções criminosas.

 “Temos que resgatar a cidadania da população dessas áreas de risco e trabalhar, principalmente, com a juventude. Acho que nossa tarefa é mostrar para os jovens desses lugares que existe outro mundo. Vamos inspirá-los a partir de ações que possam estimulá-los a ter uma perspectiva de vida fora do crime organizado”, destacou, ao participar da mesa A urgência de um pacto na construção de uma nova cultura social. Também participaram do debate o presidente da Embratur, Vinícius Lummertz, e o general Marco Aurélio Vieira, diretor de operações do Comitê Rio-2016.

 O evento contou ainda com a participação do ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, general Sérgio Etchegoyen. Segundo ele, as ações de inteligência, policiamento e repressão ao crime, em andamento no Rio de Janeiro, foram elaboradas para dar resultados em longo prazo.

 Etchegoyen disse ainda que o modelo – com ações de repressão ao crime e oferta de serviços públicos de saúde, educação, esporte, cultura e assistência social – foi criado para trazer uma solução duradoura para a crise. O ministro afirmou que o trabalho será permanente e com efeitos no Rio de Janeiro e no Brasil.

 “Vamos ter resultados concretos de longo prazo. Nós não estamos buscando soluções midiáticas para amanhã ter solução e, depois disso, os problemas voltarem. Pelo contrário, estamos buscando resultados consistentes, perenes e que possam trazer paz definitivamente ou começar a trazer paz para o Rio de Janeiro”.

 O plano de segurança pública na área social prevê, por exemplo, a oferta de atividades complementares no contraturno escolar. Assim, os jovens em situação de vulnerabilidade social terão acesso a práticas esportivas e à capacitação profissional.

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