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Taxa de pobreza e indigência cai no Brasil entre 2010 e 2014, segundo Cepal

BRASIL SEM MISÉRIA

Organismo regional da ONU apresentou nesta terça (22) o relatório Panorama Social da América Latina 2015
publicado  em 22/03/2016 15h57

Brasília - A taxa de pobreza e indigência medidas pela renda no Brasil caiu no período de 2010 a 2014, segundo o relatório Panorama Social da América Latina 2015, apresentado pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal) nesta terça-feira (22), em Santiago, no Chile. Anualmente, a taxa caiu em média 7,9% no Brasil.

Na maioria dos países da América Latina e Caribe, houve queda na taxa de pobreza e indigência. O documento mostra que as maiores variações aconteceram no Uruguai, Peru, Chile e Brasil. “Essa diminuição foi mais acentuada entre os indigentes. Isso mostra a eficácia e a importância dos programas de combate à extrema pobreza, como o Plano Brasil Sem Miséria”, avaliou a diretora de desenvolvimento social da Cepal, Laís Abramo.

O relatório avalia que o Brasil segue, em 2015, comprometido com a redução da desigualdade e da pobreza. Para a diretora executiva da Cepal, Alicia Barcena, o importante é manter todos os avanços que o país conquistou ao longo desses anos. “O Brasil tem sido um dos países mais exitosos em matéria de diminuição da pobreza e da desigualdade. Esse relatório confirma isso.”

Uma estratégia apontada como fundamental para a superação da pobreza na América Latina foi a inclusão produtiva. O Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) é citado no documento como o maior programa de formação técnica e profissional da região. Entre 2011 e 2014, cerca de 8,1 milhões de pessoas tiveram acesso ao trabalho formal, com destaque à participação de negros (53%), mulheres (60%) e jovens (64%).

De acordo com o documento do organismo regional da ONU, ao incentivar a formalização dos trabalhadores, os programas oferecem acesso à proteção social, permitindo aos beneficiários terem os mesmos benefícios da seguridade social que os trabalhadores, especialmente em relação à saúde e aposentadoria. O Brasil é exemplo com o programa de microcrédito brasileiro Crescer. Vinculado ao plano Brasil Sem Miséria, o Crescer fornece orientações para legalizar empresas e de acesso aos benefícios da Micro empreendedor individual (MEI).

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