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População de baixa renda reforça busca pela profissionalização

INCLUSÃO PRODUTIVA

Pronatec registra 60% de matrículas de pessoas do Cadastro Único em cursos técnicos, que garantem maior empregabilidade e melhores condições salariais
publicado  em 01/03/2016 10h21
Foto: Tamires Kopp

Brasília – Em busca de melhores oportunidades no mercado de trabalho, a população de baixa renda tem procurado cada vez mais o caminho da profissionalização. Do total de 110 mil matrículas realizadas em cursos técnicos pelo Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) em 2015, 60% foram realizadas por inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal. 

Os cursos técnicos, com duração mínima de um ano, são voltados para aqueles que estão cursando ou concluíram o ensino médio. A região Sudeste é responsável pelo maior número de matrículas, com 41,9 mil, seguida do Nordeste, com 32,8 mil matriculados. A região Sul responde por 15,5 mil matrículas, o Centro-Oeste por 10,5 mil e o Norte por 9,2 mil. 

O ensino técnico possibilita a pessoas em situação de vulnerabilidade mudar suas trajetórias de vida, ampliando as oportunidades de inclusão social e econômica. “Ao fazer um curso técnico, jovens mais pobres melhoram em muito as suas chances no mercado de trabalho. Um técnico em segurança do trabalho, por exemplo, ganha em média R$ 3 mil”, destaca o diretor de Inclusão Produtiva Urbana do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Luiz Müller. 

No ano passado, os cursos técnicos mais procurados foram em Segurança do Trabalho, Informática, Logística, Enfermagem, Mecânica, Eletrotécnica, Meio Ambiente, Edificações, Radiologia, e Administração. “Cada vez mais o mercado de trabalho exige conhecimentos técnicos para o exercício de muitas funções. E esse conhecimento é adquirido através do Pronatec, com cursos de qualidade executados pelo Sistema S (Senai, Senac, Senat e Senar) e pelos Institutos Federais de Educação.” 

Capacitação - Por meio do Pronatec, a população de baixa renda também tem acesso a cursos de Formação Inicial e Continuada (FIC), de qualificação profissional mais rápida, com duração mínima de dois meses. Em 2015, foram realizadas 209,5 mil matrículas, das quais 67% de pessoas inscritas no Cadastro Único. 

Os mais de 640 cursos ofertados formam profissionais como auxiliar administrativo, operador de computador, auxiliar de recursos humanos, eletricista, recepcionista, salgadeiro, manicure, mecânicos de manutenção de máquinas, mecânicos de automóveis, entre outros. Os cursos também são gratuitos e quem participa recebe material escolar, transporte e lanche. 

Para participar, é preciso ter no mínimo 16 anos e estar cadastrado ou em processo de inclusão no Cadastro Único. As matrículas são feitas nos Centros de Referência da Assistência Social (Cras).

 

Informações sobre os programas do MDS:
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