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Ouvidorias do SUS se engajam no combate ao Aedes aegypti

MDS CONTRA O MOSQUITO

Em encontro em Brasília, secretária nacional de Assistência Social do MDS, Ieda Castro, reforça importância da comunicação direta com a sociedade para fortalecer proteção às famílias
publicado  em 30/03/2016 13h27

Brasília – O sucesso ao combate ao mosquito Aedes aegypti, responsável por transmitir doenças como dengue, chicungunya e zika, depende do envolvimento de todos. “As instruções operacionais e as portarias interministeriais assinadas pela ministra Tereza Campello e pelo ministro da Saúde, precisam ser divulgadas. E as ouvidorias precisam criar uma dinâmica para que cheguem lá na ponta e assim possam proteger as nossas famílias”, afirmou, nesta quarta-feira (30), a secretária nacional de Assistência Social do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Ieda Castro. Ela participou de oficina de capacitação à intervenção das ouvidorias do SUS no combate ao mosquito, na sede da Fiocruz, em Brasília.

Entre as iniciativas conjuntas do MDS do ministério da Saúde, está a que oferece maior agilidade na concessão do Benefício de Proteção Continuada (BPC), às famílias com crianças confirmadas com microcefalia. O BPC garante o pagamento de um salário mínimo para pessoas com deficiência ou idosos que nunca foram assegurados pela Previdência Social.

Segundo Ieda Castro, é importante que os ouvidores do SUS tenham conhecimento dos mecanismos assistenciais para garantir a informação correta à população. “Vocês devem se informem dessas portarias interministeriais, se apropriar da instrução operacional, não esperar que a assistência social chegue a vocês”, destacou. “Precisamos proteger as crianças e as famílias que estão envolvidas em situação de deficiência. E, por causa de desinformação, não conseguem acesso a órteses e próteses, não conseguem acesso ao benefício de renda, que é o BPC.”

O diretor de Vigilância das Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde, Cláudio Maierovitch, ressaltou que o engajamento de toda a sociedade, bem como de segmentos do governo, são essenciais para o combate ao mosquito. “A ouvidoria é uma aliada enorme, não apenas por ser capaz de auscultar, entender a sociedade, as suas ansiedades e suas apreensões, mas efetivamente como canal de comunicação e de engajamento social.”

O envolvimento foi reforçado pelo diretor de Participação Social da Secretaria de Governo da Presidência da República, Cícero Cavalcante. “Há uma necessidade muito grande de a gente envolver cada segmento. A participação social, os movimentos sociais, os movimentos populares que têm contato direto com a população e os ouvidores vão ter um papel muito importante nesse processo de impulsionar a mobilização social.”

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