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Ações de combate ao Aedes aegypti devem ser integradas e constantes

POLÍTICAS PÚBLICAS

Ministro da Saúde e secretária nacional de Assistência Social do MDS mobilizaram coordenadores das salas estaduais de Coordenação e Controle, nesta quinta-feira (10), em Brasília
publicado  em 10/03/2016 16h08
Foto: Ana Nascimento/MDS

Brasília – Para combater o mosquito Aedes aegypti nos municípios, é essencial que as áreas de educação, saúde e assistência social andem de mãos dadas. “É muito importante que estes três sistemas dialoguem, se encontrem e construam alternativas comuns, uma vez que é o mesmo público”, afirmou nesta quinta-feira (10) a secretária nacional de Assistência Social do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Ieda Castro.

Ela participou, junto com o ministro da Saúde, Marcelo Castro, de reunião com coordenadores das salas estaduais de combate ao mosquito dos 26 estados e do Distrito Federal, em Brasília. A prevenção e o atendimento às famílias afetadas pelo zika vírus foram temas debatidos no encontro.

“Temos que criar oportunidades, intersetorialmente, para que todas as políticas sociais cheguem às famílias, e, assim, garantir os direitos dessa gestante e do bebê, que precisa de cuidados especiais”, disse Ieda Castro. Ela ainda convocou os coordenadores estaduais a participarem da mobilização nacional da assistência social, prevista para o início de abril.

De acordo com a secretária, a assistência social está empenhada em ações de acolhida das gestantes e das famílias e na proteção social das crianças afetadas com a microcefalia. “Estamos colocando toda rede do Sistema Único de Assistência Social para atender essas famílias”, destacou. “Essas crianças são plenas de direitos, iguais a qualquer outro cidadão.”

Faxina – O ministro Marcelo Castro pediu que os gestores estaduais continuem empenhados no combate ao mosquito transmissor da dengue, da chikungunya e do zika vírus. “Dependemos das ações de vocês. Temos que visitar todos os domicílios de cada município. É da ação, da energia e da dedicação de vocês a esta causa que teremos sucesso nesta ação. Não podemos descansar um só minuto.”

Ele orientou que, em todo o país, as pessoas devem instituir o dia da faxina para dedicar 15 minutos por semana para verificar se há objetos pela casa que sejam possíveis criadouros do mosquito. “Tem que ser um trabalho permanente, rotineiro e ininterrupto.”

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