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Rede socioassistencial é importante no acompanhamento de crianças com microcefalia

ASSISTÊNCIA SOCIAL

Diretora de proteção social básica do MDSA destaca que a busca ativa é uma importante ferramenta para identificar as famílias vulneráveis
publicado  em 07/07/2016 11h11
Foto: Patrick Grosner/MDS

Brasília -  O desenvolvimento infantil de crianças com microcefalia ou sindrome do Zika Vírus é um direito a ser assegurado. O assunto foi colocado em debate na tarde desta quarta-feira (6), durante o segundo dia do IV Seminário Internacional Marco Legal da Primeira Infância, na Câmara Federal.

A diretora de Proteção Social Básica do Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (MDSA), Maria Helena Tavares, apresentou indicadores de como a rede socioassistencial é importante no combate à epidemia do Zika vírus, no acolhimento de famílias com casos suspeitos de  microcefalia. "A Política de Assistência Social, seja na proteção básica e na proteção especial, visa a inclusão dos indivíduos. A busca ativa é uma importante ferramenta para identificar as famílias vulneráveis ."

Maria Helena também afirmou que, avançados os meios de diagnóstico da doença, o Estado agora deverá se comprometer em garantir o bem estar social das crianças diagnosticadas com microcefalia.  "Essas crianças vão precisar que o Estado atue na proteção e possibilite, através das suas ofertas de serviços, o desenvolvimento dessas crianças para que possam ter qualidade de vida."

Também foram debatidas as ações contra o Zika Vírus, realizadas no primeiro semestre, quando a epidemia colocou o Brasil em alerta. A audiência reuniu representantes do governo federal, de entidades privadas e de organizações internacionais.

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