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Debate sobre o filme “Que horas ela volta?” mostra uma sociedade mais consciente das mudanças

FÓRUM SOCIAL

Ministra Tereza Campello participou de bate-papo com a presença da diretora do longa-metragem, Ana Muylaert, durante Fórum Social Temático
publicado  em 22/01/2016 18h22
Foto: Ubirajara Machado/MDS

Porto Alegre - A mudança da perspectiva social, econômica e cultural da população mais pobre foi a temática principal do debate sobre o filme “Que horas ela volta?”, promovido nesta sexta-feira (22), em Porto Alegre (RS). A atividade integrou a programação do Fórum Social Temático.

Em um auditório lotado, o público assistiu ao filme e, em seguida, participou de um bate-papo com a diretora do filme, Anna Muylaert, a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, e a presidenta da União Nacional dos Estudantes (UNE), Carina Vitral. Xica da Silva, coordenadora nacional do Fórum Brasileiro de Economia Solidária, moderou o debate.

Para a ministra Tereza Campello, a situação da personagem Jéssica não é mais uma exceção no Brasil atual. Ela lembrou que existem outros casos que mostram um país diferente, um Brasil de oportunidades. Destacou como exemplo o jovem Sérgio dos Santos Santana, de 18 anos, filho de um pedreiro e uma doméstica. Morador do município de São Lourenço do Piauí, ele foi aprovado no curso de medicina na Universidade Federal do Piauí.

Na avaliação da ministra, “o filme pegou um momento de ruptura e da dificuldade de um novo nascer convivendo com o velho”.

Para a presidenta da UNE, Carina Vitral, os maiores responsáveis pelas mudanças que ocorrem hoje no país são os jovens. Na avaliação dela, é muito perceptível os dois Brasis do filme, um da personagem Val, de desigualdade, e o da personagem Jéssica, um novo Brasil, da mulher nordestina de cabeça erguida.

Já a diretora do filme, Anna Muylaert, afirmou que as mudanças no Brasil não têm mais volta e que não são apenas financeiras, mas de consciência. “A educação é uma porta possível de transformação”, disse.

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