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Assistência social e PAA melhoram vida de beneficiários do Bolsa Família em Luziânia (GO)

PAA

Parceria da Secretaria de Desenvolvimento Social com cooperativa de agricultores familiares garante alimentação saudável para quem mais precisa
publicado  em 21/01/2016 16h31
Foto: Divulgação/Prefeitura Luziânia (GO)

Brasília – Em Luziânia (GO), cidade a 58 quilômetros de Brasília, uma iniciativa vem mudando a vida dos beneficiários do Bolsa Família e das pessoas inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal. A parceria da Secretaria de Desenvolvimento Social e Trabalho (SDEST) com a Cooperativa Mista dos Agricultores e Agricultoras de Luziânia (Cooperluz) está garantindo alimentação saudável para quem mais precisa. 

A ação foi possível graças ao Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), na modalidade Compra com Doação Simultânea. Os produtos da agricultura familiar começaram a ser distribuídos no segundo semestre de 2015, o que beneficiou cerca de quatro mil famílias. A assistência social foi a ponte entre a cooperativa e as famílias. “Selecionamos as famílias do Bolsa Família e do Cadastro Único que estavam em situação de insegurança alimentar. Assim, começamos a distribuição dos alimentos”, explicou a secretária de Desenvolvimento Social e Trabalho, Cassiana Vaz Tormin. 

O início das entregas foi um desafio para a secretaria e para os três Centros de Referência de Assistência Social (Cras) da cidade. A logística para entrega dos alimentos sem prejudicar a qualidade era o maior desafio. “As verduras eram um problema. Tínhamos que pegar o produto e entregar rápido por ser um alimento perecível”, conta Cassiana. 

Atualmente, existem 20 pontos de entregas em toda a cidade. A dona de casa Maria Lézia Alves Ferreira recebe R$ 112 do Bolsa Família e os alimentos do PAA.  Ela frequenta o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos do Cras, localizado no bairro Vila Esperança. 

Em um dos encontros, ficou sabendo das entregas de alimentos. A dona de casa conta que, antes do PAA, não priorizava as hortaliças na alimentação de sua família (marido e ela, o marido e uma filha). “Pra mim foi muito bom ganhar esses alimentos. Não comprava muita verdura no mercado não. Mas essas que a gente recebe são ótimas, bem fresquinhas. Nunca peguei uma verdura estragada”. 

As entidades socioassistenciais também recebem os alimentos e distribuem para as famílias atendidas. Representante da União Espírita Lar de Cipriana, Cristina Dias Silva, explicou que já virou rotina a entrega das frutas e verduras na instituição. “Foi muito positiva essa iniciativa. A gente nota que as famílias não têm condições de comprar verduras e frutas de qualidade com as que são entregues pelo PAA”, afirmou. 

A coordenadora do Cras Vila Esperança, Sônia Aparecida Meirelles, conta que a qualidade dos alimentos é o que os beneficiários mais elogiam. Ela lembra que alguns beneficiários sempre voltam ao Cras para elogiar o programa. “Entregamos os alimentos a cada 15 dias. O retorno das famílias é ótimo. Elas estão felizes com as entregas. É um programa excelente”. 

Para a secretária Cassiana, a integração da assistência social com outras áreas é o caminho para melhorar a qualidade de vida e da alimentação dos brasileiros - uma das agendas prioritárias do governo federal para os próximos anos. 

“Tivemos um grande salto ao fazer a parceria do PAA com os Cras, porque é uma forma de atingir a população que realmente mais precisa.” Para o futuro, segundo a secretária, a ideia é aumentar a quantidade de alimentos distribuídos bem como o número de famílias beneficiadas. Ela conta que muitas famílias que ainda não recebem os alimentos buscam o centro de referência para participar do programa. 

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