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Crianças pobres estão começando mais cedo na escola

EDUCAÇÃO

Ampliação do acesso mostra que é possível cumprir meta do Plano Nacional de Educação
publicado  em 16/02/2016 15h17
Ana Nascimento/MDS

Brasília – Um dos objetivos do Plano Nacional de Educação é aumentar o acesso da população menor de seis anos que frequenta a escola. Até 2016, a meta é universalizar a frequência à pré-escola para as crianças de quatro a cinco anos de idade. Até 2014, metade das crianças de até três anos de idade deveriam estar matriculadas em creches.

A meta fixada para 2016 só poderá ser verificada pela Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílios (PNAD) a ser divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2017. Mas a pesquisa mais recente, divulgada no final do ano passado, já mostra um país próximo de universalizar o acesso à pré-escola, sobretudo pelo esforço feito entre os mais pobres na última década. Nessa faixa de renda, a frequência subiu de 57,3% para 85,7% entre 2001 e 2014. A média nacional é de 89,1%.

Os maiores índices de frequência escolar são observados no ensino fundamental, entre crianças de 6 a 14 anos. Em média, 97,4% dos estudantes nessa faixa etária frequentam a escola. Mesmo entre os 20% mais pobres, a frequência chega a 96,6%. Ainda assim, estima-se que 2,8 milhões de estudantes ainda estejam fora da escola.

Com a maior frequência às aulas, também cresceram as taxas de aprovação de beneficiários do Bolsa Família. No ensino médio, o desempenho dos alunos beneficiários do Bolsa Família chega a ultrapassar o dos demais alunos, nas escolas públicas, conforme análise dos dados do Censo Escolar.

 

 

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