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Gestores estaduais do Bolsa Família debatem avanços e desafios de 2016

GESTÃO

Ministra Tereza Campello participou da abertura do encontro e destacou parceria na construção das políticas sociais
publicado  em 26/04/2016 15h48
Exibir carrossel de imagens Foto: Ubirajara Machado/MDS

Brasília – Gestores estaduais que atuam com o Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal e o Bolsa Família estão em Brasília para debater os avanços e desafios de 2016. Na segunda-feira (25), a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, participou da abertura do encontro e destacou a parceria com os estados na construção das políticas sociais. “Esse é um momento importante para trocarmos experiências. Construir uma gestão em concertação com os estados e municípios fez do Bolsa Família um programa de abrangência nacional.”

Ela lembrou que. mesmo com todos os avanços, persiste o preconceito contra os pobres. “O mundo vive uma crise econômica e as críticas sobre o Bolsa Família estão aumentado. O Bolsa Família é um programa de Estado, um orgulho do país. O Brasil era conhecido como um país da fome e da pobreza e hoje é exportador de políticas sociais”, destacou, lembrando que várias delegações estrangeiras estiveram no Brasil para conhecer o Cadastro Único e o Bolsa Família.

Tereza Campello também rechaçou a ideia de que o programa de transferência de renda é ineficiente. “Se ele chega a 14 milhões de famílias, não pode ser ineficiente”, afirmou. “O objetivo do programa é incluir. Incluir na saúde, educação, no Programa Cisternas e em outras políticas sociais, garantindo acesso a oportunidades.”

Gestora do Cadastro Único no Ceará há 15 anos e do Bolsa Família desde 2003, Silvana Crispim destacou a importância dos governos estaduais trabalharem com foco nas famílias vulneráveis. “Eu fico assombrada que, ainda hoje, se coloca o pobre como um estorvo. Precisamos mostrar que essas famílias têm direito, que o Estado está investindo nelas. 

Para Silvana, o Cadastro Único possibilitou aos estados e municípios conhecerem as suas realidades. “É uma ferramenta que nos dá o diagnóstico, para planejarmos a inclusão das famílias. Passamos a ter conhecimento sobre onde estamos, como somos, qual a estrutura das famílias e o que precisamos ofertar para cada um deles.”

A coordenadora também destacou a importância do diálogo com o governo federal para continuar avançando. “Colocamos em pauta os avanços, os desafios e como podemos melhorar essa intersetorialidade entre governo federal, estado e município. É uma troca, um diagnóstico para melhor planejarmos.”

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