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Cadastro Único ajuda na construção de políticas públicas, diz ministra

PROGRAMAS SOCIAIS

Tereza Campello participou da abertura de seminário internacional para discutir inovações e tecnologias da informação para ampliar acesso da população aos programas sociais
publicado  em 05/04/2016 15h49
Foto: Lia de Paula/MDS

Brasília – O Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal permite conhecer onde estão e quem são os brasileiros que precisam de apoio dos programas e ações sociais. “Queremos ter esse cidadão dentro do nosso radar para construir políticas que cheguem até essa população. Queremos reduzir a pobreza olhando o cidadão como um todo”, afirma a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello.

Ela participou, nesta terça-feira (5), da abertura do Seminário Internacional Integração de Bases de Dados e Sistemas de Informação — aperfeiçoamento de políticas públicas e destacou o desafio e a importância de integrar as bases de dados do governo federal. “Temos dados de 40% da população brasileira. Isso é fundamental para sabermos o perfil dessas pessoas e podermos desenhar e aprimorar as políticas públicas.”

O evento conta com a presença de países da América Latina, Europa, África e Ásia e segue até quarta-feira (6), em Brasília, para discutir inovações e tecnologias para facilitar o acesso do cidadão a serviços e a programas sociais. O ponto de partida para as discussões é o Cadastro Único, que reúne informações de 26,1 milhões de famílias de baixa renda e é usado por mais de 20 programas sociais. “O Cadastro Único se consolidou porque ele tem programas que de fato interessam a população. A população mantém o cadastro atualizado porque quer ter acesso a esses programas.”

O ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Valdir Simão, destacou que as políticas públicas precisam ter o foco no cidadão. Isso só será possível se o governo federal puder identificar exatamente onde estão essas pessoas. “O desafio é tirar os olhos do processo e olhar para o cidadão. Temos que fazer políticas que atendam as expectativas e necessidades de cada uma das pessoas.”

Integrar os diversos cadastros e base de dados federais é o grande desafio do Brasil. Países como Chile, Letônia, Uruguai e Argentina tiveram sucesso na integração e qualificação das informações dos registros administrativos. “Conhecer países que integraram esses dados pode aperfeiçoar as discussões. A integração só é possível devido a uma forte articulação e ponte entre as diferentes áreas governamentais”, destaca o diretor do Banco Mundial para o Brasil, Martin Raiser.

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