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Pesquisa do IBGE retrata entidades privadas de assistência social no Brasil

ASSISTÊNCIA SOCIAL

Pesquisa destaca a prevalência na oferta do serviço de convivência e fortalecimento de vínculos. O levantamento mostra que 75,4% das unidades oferecem essa proteção
publicado  em 30/09/2015 17h00
Colaboradores: Marcelo Chaves Carota

Brasília – A segunda etapa da Pesquisa de Entidades de Assistência Social Privadas sem Fins Lucrativos no Brasil (Peas) 2014-2015 identificou 13.659 unidades prestadoras de serviços de assistência social no país. O estudo, realizado em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), foi divulgado nesta quarta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A Peas destaca a prevalência na oferta do serviço de convivência e fortalecimento de vínculos. O levantamento mostra que 75,4% das unidades oferecem essa proteção. “Esse número confirma os dados que captamos no Censo Suas e no Cadastro Nacional de Entidades de Assistência Social”, disse a diretora do Departamento da Rede Socioassistencial Privada do Suas, Bárbara Campos.

Confira a pesquisa completa

Entre as unidades que prestam o serviço de convivência e fortalecimento de vínculos, 59,9% atendem crianças e adolescentes de 7 a 14 anos, e 58,4% trabalham com o grupo de 18 a 59 anos de idade. A pesquisa também revela que as unidades para idosos, como casa-lar, abrigo institucional ou instituições de longa permanência, representam 65,5% das unidades de acolhimento.

Em relação ao vínculo empregatício, das 13.659 entidades identificadas pela pesquisa, 9.299 possuem funcionários contratados, correspondendo a 68,1% do total. Esse dado refere-se a trabalhadores da Assistência Social contratados com emprego formal e direitos trabalhistas garantidos.

O levantamento abrange um conjunto amplo de informações sobre a atuação, estrutura e funcionamento da rede privada sem fins lucrativos de Assistência Social. “A pesquisa, ao detalhar o funcionamento, a estrutura e os serviços ofertados, nos ajuda a compreender o universo da rede privada, dando elementos para construção de parâmetros na regulação no SUAS”, acrescenta Bárbara.

Nesta etapa da Peas foram examinadas questões como perfil e faixa etária do público-alvo desses serviços; formas de chegada dos usuários e responsáveis por seu encaminhamento; existência de critérios de seleção para atendimento; atividades desenvolvidas e objetivos dos serviços; cobertura e forma de registro dos atendimentos; oferta de benefícios socioassistenciais e de alimentação, entre outros aspectos.

 

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