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“Com o curso do Pronatec, aprendi como administrar meu próprio negócio”

INCLUSÃO PRODUTIVA

Ex-beneficiária do Bolsa Família, Mauriene Sena abriu uma loja em Campo Maior (PI) e hoje tem uma renda mensal de R$ 1,5 mil
publicado  em 25/09/2015 14h47
Exibir carrossel de imagens Foto: Ana Nascimento/MDS

Brasília – Ter o próprio negócio era um dos sonhos de Mauriene da Costa Sena, 38 anos, moradora de Campo Maior (PI). Há dois anos, ela fez o curso de auxiliar administrativo do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). E os novos conhecimentos, conta ela, foram determinantes para a abertura da loja de animais (pet shop) Sonho de Dog. “Foi no curso que eu aprendi como se administra um empreendimento. Agora, eu sei cuidar do dinheiro que entra e do que paga as contas, além de todas as outras questões administrativas”, explica.

 Formalizada como Microempreendedor Individual (MEI), Mauriene transformou um dos quartos da casa de sua mãe em uma loja bem equipada. Hoje, só atende com hora marcada. Nos dias de maior movimento, a empreendedora cuida, em média, de cinco a seis cachorros, e cobra entre R$ 20 e R$ 35 por banho e tosa. Por mês, ganha R$ 1,5 mil.

 “Tenho vários clientes de outras cidades próximas de Campo Maior. Eles me ligam e trazem os animais para eu atender”, diz ela, ao lembrar que, antes da formalização, trabalhou como caixa em uma padaria e, no horário de almoço, atendia os cachorros na casa dos clientes.

De acordo com Mauriene, se formalizar como microempreendedora tem a vantagem da cobertura do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), a possibilidade de contratar um funcionário e ainda obter crédito para melhorar o negócio. “Passei por uma cirurgia recentemente e fiquei dois meses parada. Procurei a Previdência Social e consegui receber o auxílio doença. Ser microempreendedora foi fundamental nessa hora”, conta.

Ex-beneficiária do Bolsa Família, Mauriene sonha ainda mais alto. Quer terminar logo a construção da casa própria para dar mais conforto aos dois filhos, um de 4 anos e outro de 12. “Hoje eu moro longe da pet shop. Quero terminar minha casa neste ano ainda, o que vai facilitar muito a minha vida, pois ela fica perto da minha empresa”, explica.

E os planos continuam. Depois de mudar para a casa nova, a meta é ampliar o negócio. “Quero construir mais alojamentos para os cães e oferecer vários produtos de pet shop”, diz, confiante.

Inclusão  O Pronatec é uma das ações de inclusão produtiva do Plano Brasil Sem Miséria, tendo os beneficiários dos programas de transferência de renda como seu principal público. Por meio do programa, a população de baixa renda, mesmo nas regiões historicamente com baixo desenvolvimento, tem acesso à qualificação profissional.

Para participar do programa, é preciso ter no mínimo 16 anos e estar cadastrado ou em processo de inclusão no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal. As matrículas devem ser feitas nos Centros de Referência da Assistência Social (Cras), que também mobilizam a população de baixa renda.

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