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Nova realidade do Brasil precisa de políticas de combate à desigualdade mais especificas

Ministra Tereza Campello participou do Seminário Combate à Pobreza, Crescimento Inclusivo e a Nova Agenda Social, no Rio de Janeiro
publicado  em 30/11/2015 13h00
Foto: Ubirajara Machado/MDS

Brasília – A ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, avalia que as novas políticas públicas de combate à desigualdade agora precisam ser mais especificas para atingir a nova realidade do Brasil. Na sexta-feira (27), no Rio de Janeiro, ela participou do Seminário Combate à Pobreza, Crescimento Inclusivo e a Nova Agenda Social, onde apresentou os resultados das estratégias brasileiras de combate à pobreza e extrema pobreza.

De acordo com Tereza Campello, o país atingiu um patamar de 2,8% da população em pobreza extrema, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2014. E o desafio atual é desenvolver políticas direcionadas a esse público. “Conseguimos mudanças estruturais no Brasil, não só por que a renda melhorou, mas todos os outros índices. Temos um país menos desigual e a nova agenda política precisa olhar para essa mudança do país.”

Fatores como sobrepeso e obesidade agora são destaques na agenda de segurança alimentar e nutricional. Para o Semiárido, com mais de 1,2 milhão de cisternas de primeira água construídas, objetivo é amplia as cisternas para produção.

Segundo a ministra, o Brasil tem quatro principais desafios: continuidade das ações de combate à desigualdade, ações especificas para povos específicos, melhorar a inserção no mercado de trabalho e reforçar a educação. E destacou que as ações precisam ter escala e abrangência. “As políticas têm que ser mantidas. É o mínimo que temos que ter, não podemos retroceder.”

Ao apresentar os resultados de combate à miséria, Tereza Campello destacou o trabalho intersetorial do governo federal, estados e municípios. “A união entre o governo federal, estados e municípios, fez com que a gente chegasse na população mais pobre do país.”

O diretor do FGV Social/CPS e ex-ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Marcelo Neri, apresentou o crescimento do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) brasileiro nos últimos 12 anos. “Saímos de um patamar de 41% de municípios com IDH muito baixo, para 0,6%. Houve uma transformação profunda no país.”

Ele reforçou a importância do Programa Bolsa Família. “Cortar o Bolsa Família terá efeito zero nas contas públicas. Esse dinheiro tem efeito em curto, médio e longo prazo. Acho difícil outras políticas terem mais efetividade que essa.”

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