Você está aqui: Página Inicial > Área de imprensa > Notícias > 2015 > Março > Tereza Campello: mulher está no centro das ações de governo

Notícias

Tereza Campello: mulher está no centro das ações de governo

DIA INTERNACIONAL DA MULHER

Ministra participou nesta sexta-feira (6) de um balanço do Ligue 180. Serviço será ampliado para mais 13 países
publicado  em 06/03/2015 15h20
ASCOM/MDS

ASCOM/MDS

Brasília, 6 – A ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, participou nesta sexta-feira (6) de um balanço da Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180 e do anúncio de ampliação do serviço para mais 13 países. O evento foi promovido pela Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM), por ocasião do Dia Internacional da Mulher.

Tereza Campello ressaltou que as ações da secretaria fazem parte de um projeto maior de governo, com atenção à mulher. “Não é uma ação isolada, isso é parte de um projeto do país onde a questão de gênero é central”, disse, lembrando que a mulher também está no centro de políticas sociais do governo, como as ações de qualificação profissional, de transferência de renda e de inclusão social e produtiva, no meio rural e urbano.

“Temos uma missão muito grande de combate à violência e ao preconceito, que atinge principalmente as mulheres pobres e negras. Estamos conseguindo mudar o país e a ação de hoje é mais um passo nesta direção”, destacou a ministra.

Segundo dados da SPM, desde que o Ligue 180 foi criado, em 2005, mais de 4 milhões de atendimentos foram realizados. Somente em 2014, o número de ligações chegou a 485 mil, numa média de 1.348 por dia. O serviço agora será ampliado para mais 13 países: França, Estados Unidos, Inglaterra, Noruega, Guiana Francesa, Argentina, Uruguai, Paraguai, Holanda, Suíça, Venezuela, Bélgica e Luxemburgo. A Central já atende Espanha, Itália e Portugal. A ligação é gratuita, mesmo do exterior.  O serviço funciona 24 horas por dia. 

Mais de 85% do público que procura o Ligue 180 são mulheres. Em sua grande maioria (80%), as mulheres relatam violências praticadas por homens (companheiros, cônjuges, namorados, amantes) com os quais mantêm ou mantiveram algum vínculo afetivo (82,53%).  Em comparação com 2013, o serviço registrou em 2014 aumento de 50% nos registros de cárcere privado de mulheres e aumento de 18% nas denúncias de estupro.