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Participação social é fundamental para melhorar alimentação brasileira

SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL

Governo quer fortalecer mobilização nos municípios para dar maior representatividade às decisões de Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional
publicado  em 02/03/2015 10h50

Brasília, 2 – O governo federal quer ampliar a participação social e fortalecer os processos preparatórios à 5ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, que será realizada em Brasília, de 3 a 6 de novembro deste ano. “Quanto maior a nossa abrangência, melhores os resultados. Isso significa maior qualidade, maior representatividade e maior legitimidade perante o Estado e a sociedade, trazendo as mais diferentes necessidades da população na área da segurança alimentar e nutricional”, disse o secretário nacional de Segurança Alimentar e Nutricional do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Arnoldo de Campos.


Campos participou na sexta-feira (27) da 18ª Reunião Ordinária do Pleno Executivo da Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional (Caisan), instância formada por representantes de 20 ministérios e órgãos nacionais do governo. “Com a conferência, surgirão prioridades e diretrizes novas, que irão nos orientar nos próximos anos. A partir da capilaridade da Caisan, devemos nos envolver nos processos de mobilização local para alcançarmos mais municípios”, destacou.

Antes da etapa nacional, serão realizadas conferências municipais, regionais ou territoriais até 30 de junho. Já os estados e o DF devem realizar os encontros até 15 de agosto. A partir de junho, começam também os Encontros Temáticos, que irão debater o tema da Segurança Alimentar e Nutricional sob quatro perspectivas: na Amazônia, para a população negra, para as mulheres e em relação à água.


Ouça boletim:



A Conferência Nacional tem os objetivos de estabelecer e ampliar os compromissos políticos para a promoção da soberania alimentar, assegurar participação social e a gestão intersetorial na Política, no Plano e no Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan) e garantir sua consolidação nos estados e municípios. “Temos o desafio de cada vez mais dar foco e agir de forma mais objetiva e corretiva naquela pequena fração da população em que a insegurança alimentar ainda persiste; e também em dar acolhimento, com mais qualidade e profundidade, aos novos desafios, como a promoção da alimentação saudável e o enfrentamento à má alimentação da população e suas consequências, como o sobrepeso e a obesidade”, afirmou o secretário nacional.