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STJ economizou R$ 5 mil com sustentabilidade em quatro anos

SEXTA COM DEBATE

Especialistas na área ambiental apontam que políticas de conscientização devem ser permanentes e voltadas a todas as esferas do Poder
publicado  em 08/05/2015 15h51

Brasília, 8 – Ações voltadas à sustentabilidade, no Poder Judiciário e em órgãos do Executivo federal, mostram que a mudança de postura na administração pública é viável. Durante a Sexta com Debate realizada hoje (8), com o tema Desafios para implementação da agenda socioambiental na administração pública, especialistas apresentaram os ganhos que podem ser obtidos com medidas simples.

Segundo a coordenadora da assessoria de Gestão Socioambiental do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Ketlin Scartezine, a adoção do processo judicial eletrônico nos tribunais garantiu uma economia de R$ 5 milhões nos últimos quatro anos. A eliminação do gasto foi resultante da redução drástica do uso de papel, por meio da impressão em frente e verso dos documentos e com compras públicas sustentáveis de papel reciclado.

Desde março, está em vigor a Resolução 201/2015 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que determina a criação de unidades ou núcleos socioambientais em todas as instâncias do Judiciário e a implantação do Plano de Logística Sustentável (PLS). Na avaliação de Ketlin, os desafios na implementação da agenda socioambiental na área pública passam pela sensibilização dos funcionários e criação de políticas de sustentabilidade para o uso consciente da água e da energia e planejamento racional para uso de materiais. “Mas a mudança tem que vir de cima para baixo e não exige muito esforço para ser eficiente”, destacou.

A gerente de projetos do Ministério do Meio Ambiente (MMA) e coordenadora do Programa Agenda Ambiental na Administração Pública – A3P, Ana Carla Leite de Almeida, afirma que as ações de conscientização para sustentabilidade têm que ser permanentes e em todas as esferas do poder. Ao abordar a Política Nacional de Resíduos Sólidos, a especialista chamou atenção de que a sociedade como um todo precisa aproveitar melhor os resíduos sólidos, pois hoje existe excesso destes produtos no meio ambiente. “Por isso é necessária mudança de cultura, coragem de decidir e planejamento, para ser alcançada a sustentabilidade”, reforçou.

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