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Garantia da alimentação saudável é agenda prioritária para governo federal

SEGURANÇA ALIMENTAR

Tema foi discutido na reunião plenária do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea)
publicado  em 06/05/2015 17h00

Brasília, 6 – O enfrentamento da pobreza com a garantia de uma alimentação saudável continua sendo uma agenda prioritária para o governo federal. O tema foi abordado nesta quarta-feira (6) na reunião plenária do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), no Palácio do Planalto.

Na ocasião, o ministro da Saúde, Arthur Chioro, chamou a atenção para o relatório da FAO, de 2014, que apontou a saída do Brasil do Mapa da Fome. “A articulação intersetorial das políticas públicas tem gerado uma mudança significativa na vida das famílias.” Ele defendeu ainda a valorização dos alimentos regionais no combate à obesidade, como sugere o Guia Alimentar para a População Brasileira. “Temos que singularizar os hábitos alimentares. O guia é um resgate da cultura alimentar do nosso povo. Não podemos sair direto da desnutrição para a obesidade”, afirmou.

De acordo com o ministro, é essencial incentivar o consumo de alimentos in natura, ou minimamente processados. “Quero ainda deixar de ser o ministro das doenças e passar a ser o ministro que promove, de fato, a saúde da população”, brincou.

Na reunião, o Consea propôs, entre várias ações, a expansão de atenção nutricional na atenção básica, na Estratégia Saúde da Família e para beneficiários do programa Bolsa Família, além do monitoramento de resultados de adoção do guia pelo país.

Merenda – O presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Antonio Idilvan Alencar, lembrou os 60 anos de criação do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) - comemorado em 2015. O programa atende mais de 42 milhões de estudantes no país. Para Alencar, a agricultura familiar tem papel fundamental na melhoria da alimentação das crianças e há espaço para aumentar a oferta de produtos que fazem parte da cultura regional.

“Em 2014, 65% dos produtos adquiridos vieram da agricultura familiar. Ainda há muito espaço para crescer neste processo. Agricultura familiar não é só alimento. É identificação e cultura regional. Além disso, ela movimento e aciona as famílias agricultoras que mais precisam dessa inserção produtiva”, avaliou.

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