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Assistentes sociais abrem caminhos para um Brasil melhor e mais justo

ASSISTÊNCIA SOCIAL

Profissionais da área contribuem para a superação da pobreza e mudam a realidade de milhões de brasileiros usuários das políticas de proteção social
publicado  em 15/05/2015 22h00

Brasília, 15 – O conjunto de políticas de proteção social que levou o Brasil a sair do mapa da fome, ser referência mundial na luta contra a pobreza, e reconhecido internacionalmente pelas políticas públicas como o Programa Bolsa Família e o Plano Brasil Sem Miséria mostram que o país está inovando na forma de executar o serviço público. É fruto de muito empenho e tem no assistente social um dos protagonistas dessas conquistas. 

Para a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, o Brasil ganhou muito com a construção do Sistema Único da Assistência Social (Suas). “O Estado chegou mais perto da população pobre e vulnerável”, destaca. 

Tereza Campello ressalta que são os assistentes sociais que ajudam a construir um país mais justo. “Sem o Suas não teríamos conseguido sair do mapa da fome, o Bolsa Família não seria o que ele é hoje, e o Brasil Sem Miséria não teria alcançado todas as suas metas”, acrescenta.

Neide Hengler, 47 anos, é exemplo de como o trabalho desenvolvido por esses profissionais pode transformar muitas realidades. A começar por ela, ex-beneficiária do Bolsa Família que passou grande parte de sua vida trabalhando como doméstica. Incentivada a dar continuidade aos estudos por uma assistente, fez Serviço Social e hoje está nesse papel de protagonismo. 

“É um trabalho extremamente importante, dar o direcionamento para as pessoas superarem a pobreza, a fome. Elas podem ter em mim um parâmetro de emancipação, de saírem da condição de pobreza, de miserabilidade”, ressalta.

Neide trabalha como agente de inclusão produtiva na Secretaria de Assistência Social de Votuporanga (SP), introduzindo os usuários no mercado de trabalho. Para ela, ser assistente social é garantir os direitos de fato. “Eu quero que existam outras ‘Neidinhas’ por aí e que um dia elas possam falar que foi a assistente social que as ajudou a mudar de vida”. 

Levar o serviço socioassistencial até os brasileiros que mais precisam faz parte do dia-a-dia da assistente social Ariádina Shaeffer, 38 anos, do município de Rezende (RJ). Ela trabalha no Cras Itinerante e acredita que o seu trabalho é fator indutor de melhorias. “Vamos até o usuário levando os benefícios, possibilitando uma mudança de realidade. É por esse trabalho que o usuário tem acesso às políticas públicas que muitas vezes ele sequer sabia que existia”. 

Para ela, ser assistente social é se comprometer com a necessidade do cidadão. “É a possibilidade de levar direitos, cidadania e fazer com que eles superem a situação de pobreza”. Ariádina diz ser gratificante saber que está contribuindo com todas as conquistas brasileiras. “Me comprometo com meu trabalho e sei que estou conseguindo resultados”. 
O assistente social comemora seu dia nesta sexta-feira (15). Atuam nos centros de Referência de Assistência Social (Cras), de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) e de Referência Especializado para População em Situação de Rua (Centros POP), identificando as necessidades dos cidadãos e encaminhando-os para os serviços e os benefícios do Sistema Único de Assistência Social (Suas). 

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