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“Estamos avançando cada vez mais no acompanhamento das famílias”

ASSISTÊNCIA SOCIAL

A secretária municipal de Assistência Social Rosana Luisa de Bem Almeida trabalha para mudar a vida da população mais vulnerável em Quatis (RJ)
publicado  em 06/05/2015 11h02

Brasília, 6 – Com cerca de 600 beneficiários do Bolsa Família e outros 200 do Benefício de Prestação Continuada (BPC), o município de Quatis (RJ) prioriza o acompanhamento das famílias beneficiárias. A aquisição de novos veículos com recurso do Índice de Gestão Descentralizada (IGD) facilitou o trabalho das equipes de assistência social, tanto no acompanhamento das famílias de baixa renda quanto na busca ativa – estratégia que leva o Estado ao cidadão, sem esperar que as pessoas mais pobres cheguem até o poder público.

A psicóloga e secretária de Assistência Social de Quatis, Rosana Luisa de Bem Almeida, fica emocionada ao falar das conquistas assistenciais no município de 13 mil habitantes. “Sempre fui apaixonada pela política pública que vai impactar na vida dos mais vulneráveis. Acredito que a política pública possa ser executada de forma séria e organizada”, diz.

Rosana está na assistência social desde 2000, trabalhando no seu município e nas regiões vizinhas. Ela conta que acompanhou toda a discussão e construção do Sistema Único de Assistência Social (Suas) na região. Por isso, o investimento em estratégias para melhorar a situação da população que vive em vulnerabilidade social é uma de suas bandeiras à frente da secretaria.

Com cinco Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e um Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), Rosana foca no trabalho diferenciado de acordo com o território que cada equipamento atende. Ela explica que cada um dos Cras da cidade atende uma determinada região com vulnerabilidades específicas.

Ações – A secretária conta a história de um dos centros do município que identificou a necessidade de atendimento psicológico para mulheres grávidas. “Percebemos que o atendimento tinha que ser voltado para aquelas mulheres que estão grávidas, que têm outros filhos e estão com dificuldade de conduzir a sua família. Para isso foi criado um grupo de gestantes para ajudar essas mães com suas dificuldades diárias.”

Já outro Cras detectou que a falta de acesso à cultura era a maior vulnerabilidade de sua população. Para as crianças e adolescentes foi desenvolvido um projeto de balé clássico e dança urbana. A unidade também ganhou uma biblioteca, que é bastante procurada pela comunidade e se tornou motivo de orgulho. “Essas crianças e jovens têm sede de cultura. Apesar de estarem na região mais pobre da área urbana do município, elas querem muito mais”, relata.

O Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos do município oferece um trabalho diferenciado também para os beneficiários do BPC. “Temos um grupo, com 29 pessoas com deficiência, que se reúne a cada 15 dias. Lá eles recebem orientações, palestras e capacitação”, diz Rosana.

Desafios – A secretária explica que o momento agora é de reestruturação do Creas da cidade. Segundo ela, a unidade precisa avançar com relação às famílias em situação de violação de direitos. “O nosso trabalho agora é para que o Creas repense como será a busca das famílias em vulnerabilidade social e como elas serão atendidas.”

Um grande desafio era regulamentar a legislação municipal para benefícios eventuais. “Na medida em que se tem uma legislação municipal que garanta o beneficio eventual, ele deixa de ser um donativo ou uma troca de voto, e passa a ser um direito garantido. E nós conseguimos mudar isso.” Daqui pra frente, conta a secretária, o objetivo é avançar cada vez mais.

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