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Gestores têm até o dia 10 de julho para lançar os dados de saúde do Bolsa Família

BOLSA FAMÍLIA

MDS e Saúde prorrogaram em uma semana o prazo. Parceria com estados e municípios tem possibilitado avanços na saúde dos beneficiários
publicado  em 26/06/2015 00h00

Brasília, 26 – Gestores responsáveis pelo acompanhamento de saúde dos beneficiários do Bolsa Família têm até o dia 10 de julho para lançar os dados no Sistema Bolsa Família na Saúde, do Ministério da Saúde. O prazo foi prorrogado em uma semana para que as equipes locais consigam inserir todos os dados coletados no atendimento às famílias nos últimos meses.

A gestão do acompanhamento das condicionalidades na área da saúde é realizada pelas equipes de saúde dos municípios e dos estados sob a coordenação do Ministério da Saúde, com o apoio do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS). No semestre passado, mais de 9 milhões de famílias beneficiárias do Bolsa Família foram acompanhadas em seus compromissos na saúde.

“É importante que todos os municípios, por meio do trabalho de seus gestores, profissionais e equipes de saúde, continuem atuando no acompanhamento das famílias do programa Bolsa Família e trabalhando para atingir cada vez mais mulheres e crianças”, afirma Michele Lessa, coordenadora de alimentação e nutrição do Ministério da Saúde.

O secretário nacional de Renda de Cidadania do MDS, Helmut Schwarzer, acredita que a parceria com estados e municípios e o comprometimento de todos os envolvidos possibilitam avanços consideráveis na melhoria da saúde dos beneficiários. Entre 2008 e 2014, por exemplo, caiu pela metade o déficit de altura das crianças que são acompanhadas por quatro ou mais anos no programa. “Também constatamos uma redução de 19% na mortalidade infantil, com queda de 58% na mortalidade específica por desnutrição e 46% por diarreia”, ressalta.

Segundo o secretário, os melhores resultados estão nos municípios onde as equipes da gestão municipal do Bolsa e as áreas de saúde, de educação e de assistência social colaboram com as ações necessárias à gestão das condicionalidades. “Assim, temos maior quantidade de famílias acompanhadas, maior registro das informações nos sistemas e melhor desempenho no IGD [Índice de Gestão Descentralizada, com base no qual os municípios recebem recursos federais de apoio à gestão local do programa Bolsa Família]”, explica.

Schwarzer ainda cita alguns exemplos de ações bem-sucedidas que os gestores podem executar, de forma articulada: promoção de palestras que orientem sobre os compromissos da saúde e da educação, mobilização das famílias para atualização dos dados no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal, distribuição de avisos para beneficiários nas escolas e nos postos de saúde, entre outras.

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